Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Com meta fiscal e alta nas emendas, Congresso aprova Orçamento de 2026

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    O Congresso Nacional aprovou, nesta sexta-feira (19/12), o Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2026. O parecer do deputado federal Isnaldo Bulhões (MDB-AL) recebeu aprovação em votação simbólica no Senado e na Câmara. O superávit é de R$ 34,5 bilhões e serão R$ 61 bilhões em emendas parlamentares em 2026.

    O substitutivo do Orçamento projeta que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá um superávit de R$ 34,5 bilhões. O “fôlego” nas contas públicas significa que a equipe econômica conseguiu atingir a meta fiscal, pois o montante representa cerca de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB).

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    Antes de ser aprovado em plenário, passou pela Comissão Mista de Orçamento (CMO).

    O Congresso decidiu aliviar a pressão em cima da equipe econômica e determinou, durante a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) no início do mês, que o Planalto poderá perseguir o piso da meta fiscal em 2026, não sendo necessário perseguir o centro. Essa seria uma forma de evitar contingenciamentos volumosos.

    Os gastos da União para o ano eleitoral somam R$ 6,5 trilhão, dos quais R$ 1,8 trilhão correspondem ao refinanciamento da dívida. Assim, o Orçamento líquido será de R$ 4,7 trilhões, com R$ 197,9 bilhões destinados a investimentos e R$ 4. 521,7 bilhões aos orçamentos fiscal e da seguridade social.

    Ficou estabelecido um limite de despesas na casa dos R$ 2.39 bilhões, o que corresponde a um crescimento nominal de 7,98%. O gasto é destrinchado em R$ 2,29 bilhões para o Executivo, R$ 64,7 milhões para o Judiciário e R$ 18 milhões para o Legislativo.

    Emendas turbinadas

    Isnaldo Bulhões estipulou que o governo Lula deverá executar R$ 61 bilhões em emendas parlamentares em 2026. Desse montante, R$ 49,9 bilhões correspondem a despesas obrigatórias. Ao todo, foram indicadas 7.180 emendas individuais e coletivas. Dessas, são 5.784 de deputados, 1.086 de senadores, 248 de bancada estadual e 62 de comissão permanente.

    Na LDO, os parlamentares estipularam que o governo será obrigado a cumprir um calendário mais rígido para o pagamento de emendas. Até julho, o Palácio do Planalto deverá ter pago 65% dos R$ 49,9 bilhões de emendas obrigatórias, o que soma mais de R$ 33 bilhões.

    Há ainda cerca de R$ 11,1 bilhões para parcelas adicionais, sendo elas despesas discricionárias e para projetos selecionados no novo Projeto de Aceleração ao Crescimento (PAC).

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