Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Do baixo clero à prisão: a ascensão e queda de Bolsonaro

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Para não esquecer: o rastro de polêmicas e a ascensão circunstancial de Jair Bolsonaro

Em tempos de volatilidade política, o exercício da memória torna-se uma ferramenta indispensável. Analisar a trajetória de Jair Bolsonaro exige olhar para muito além dos quatro anos de mandato: é preciso revisitar as raízes de um deputado do “baixo clero” que, impulsionado por um vácuo de poder e circunstâncias atípicas em 2018, chegou ao Palácio do Planalto.

Relembrar alguns fatos é crucial para entender a figura que hoje, mesmo fora do cargo e preso, mantém a direita brasileira sob sua sombra e dependência.

Os Pilares da Eleição de 2018

É fundamental recordar que a vitória de 2018 não se deveu apenas ao capital político do candidato — que, à época, era uma figura sem grande projeção principalmente para o grande público —, mas a dois fatores externos decisivos: a prisão de Lula, que liderava as pesquisas, e o atentado (facada) em Juiz de Fora. Sem tempo de TV e com poucos recursos partidários, o episódio trágico garantiu a Bolsonaro uma cobertura midiática massiva e espontânea que impulsionou sua candidatura.

O Medo da Exposição e a Sombra do Golpe

Relatos de bastidores apontam que, ao ver a primeira pesquisa Datafolha que o colocava em segundo lugar, a reação de Bolsonaro foi de medo da exposição (“teto de vidro”) e não de euforia. Além disso, a intenção de ruptura institucional sempre permeou seu discurso, exemplificada pelo comício realizado ilegalmente na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) ainda no início de sua campanha.

Histórico Militar Questionável

Sobre o passado no Exército, imagens de época mostram Bolsonaro marchando, sob o apelido de “Cavalão” por sua aptidão física em corridas curtas. Contudo, a ficha militar é lembrada negativamente, incluindo o planejamento de atentados a bomba para protestar por soldos e atividades irregulares de garimpo no Mato Grosso do Sul.

A Dependência da Direita e o “Teatro” da Saúde

O cenário atual revela uma direita brasileira ainda refém da “bênção” de Bolsonaro, sem sucessores com autonomia real, como demonstra a postura do governador Tarcísio de Freitas. Por fim, nota-se a conveniência das crises de saúde do ex-presidente, como os soluços que surgem na presença de familiares, contrastando com sua postura contida durante depoimentos à Polícia Federal.

Confira:

 

 

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