Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Dois em cada três habitantes de favela moram em vias sem árvores

    Por

    No ano em que o Brasil sediou a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), na qual a preservação e restauração ambiental foram temas recorrentes, o Censo revela que praticamente dois em cada três habitantes de favelas (64,6%) moram em trechos de vias sem ao menos uma árvore em área pública.

    O levantamento aponta desigualdade territorial, uma vez que nas áreas fora das favelas, a proporção de moradores em ruas sem árvores recua para três em cada dez habitantes (31%).

    As informações fazem parte do suplemento Favelas e comunidades urbanas: características urbanísticas do entorno dos domicílios, divulgado nesta sexta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados foram coletados durante o Censo 2022

    Em novembro do ano passado, o IBGE já havia revelado que o país tinha 16,4 milhões de habitantes em 12.348 favelas em 2022. Agora se sabe que 10,4 milhões dessas pessoas estão em trechos de vias sem uma árvore sequer.

    Árvore de 1,7m

    Para fazer a análise, o IBGE contou o número de árvores de ao menos 1,70 metro em vias públicas. Ou seja, não entra na conta a vegetação em quintais, por exemplo.

    O instituto considera como vias os becos, vielas, escadarias, palafitas, entre outros locais. Ao fazer comparações, o IBGE leva em conta apenas a população dos 656 municípios que têm registro de existência de favelas.

    Nas favelas de Belém, cidade que sediou a COP30 em novembro, 65,2% dos moradores não tinham árvore na frente de casa, marca superior à da média nacional (64,6%).

    O chefe do Setor de Pesquisas Territoriais do IBGE, Filipe Borsani, faz relação direta entre a importância de arborização e a qualidade de vida.

    “A arborização, de fato, é variável importante, ainda mais no momento de aquecimento global, a arborização tem a ver com conforto térmico, com melhor condição do ambiente urbano”, avalia.

    Durante a COP30, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima lançou o Plano Nacional de Arborização Urbana. O objetivo é aumentar a cobertura vegetal das cidades, considerada abaixo dos padrões adequados. 

    Quantas árvores

    Os 35,4% dos moradores de favelas que têm árvore em frente de casa somam 5,7 milhões de pessoas. Ao contar o número de árvores, o IBGE identificou as seguintes proporções de habitantes de favelas:

    – Uma a duas árvores na via: 17,8% dos moradores nessa condição

    – Três a quatro árvores: 7,1%

    – Cinco ou mais árvores: 10,5%

    Fora das favelas, 33,5% dos moradores tinham cinco ou mais árvores perto de casa.

    A pesquisa identificou que, quanto menos populosa a comunidade, maior a proporção de moradores com árvore na frente de casa.

    Nas favelas com até 250 habitantes, 45,9% moravam perto de árvore. Nas com mais de 10 mil, apenas 31,8%.

    Maiores favelas

    Ao detalhar informações das 20 maiores favelas do país, o IBGE aponta que a pior situação é de Rio das Pedras, no Rio de Janeiro, quinta mais populosa do Brasil. Apenas 3,5% dos quase 56 mil moradores têm árvore na frente de casa.

    Na outra ponta, a segunda mais populosa do país, Sol Nascente, em Brasília, tinha 70,7% dos moradores com árvore na frente do domicílio.

    Bueiros

    Elemento de infraestrutura urbana relacionado à mitigação e adaptação às mudanças climáticas, os bueiros, acesso para escoamento de água da chuva, também foram pesquisados pelo IBGE.

    Os recenseadores identificaram que 45,4% dos habitantes das favelas tinham bueiro no trecho da via em que moram. Fora das favelas a parcela sobe para 61,8%.

    O instituto nota que quanto mais populosa a favela, mais frequente a presença de bueiro na via. Nas favelas com até 250 habitantes, 38% das pessoas tinham bueiro perto de casa. Nas com mais de 10 mil, a marca chega a 54,1%.

    Sair da versão mobile