Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Dólar cai e Bolsa bate recorde com “consenso” de queda de juro nos EUA

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    O dólar fechou em queda de 0,33% frente ao real, cotado a R$ 5,31, nesta quarta-feira (3/12). Já o Ibovespa caminhava firmemente para bater um novo recorde de fechamento. Às 17h03, o principal índice da Bolsa brasileira (B3) subia 0,41%, aos 161.748,15 pontos. Na véspera, ele chegou a 161.092,25 pontos no fim do pregão.

    Para analistas, os mercados de câmbio e ações continuam se movimentando em torno da expectativa de um novo corte dos juros dos Estados Unidos. Ele deve ser confirmado na próxima semana, na última reunião do ano do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

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    De acordo com a ferramenta FedWatch, do CME Group, as chances de redução da taxa em 0,25 ponto percentual são de 89%. Nesta quarta-feira, um novo dado reforçou essa convicção, apontando para uma economia enfraquecida (o que pode significar que os juros, atualmente no patamar entre 3,75% e 4,00% ao ano, estão desaquecendo a atividade econômica).

    Segundo o relatório de emprego da ADP, um total de 32 mil empregos foram perdidos no setor privado dos EUA em novembro. O mercado, contudo, esperava a criação (e não a eliminação) de 40 mil novos postos de trabalho. “A combinação de dólar fraco no exterior e dados mais fracos do mercado de trabalho americano sustenta a queda da divisa ante o real na sessão”, afirma Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad.

    Mercado surpreendido

    Alison Correia, analista da Dom Investimentos, observa que a informação do relatório ADP “surpreendeu o mercado”. “A Bolsa subiu de maneira mais forte e o dólar caiu de forma mais intensa depois da divulgação dessa notícia”, diz. Ele destaca que a queda da moeda americana e a alta do Ibovespa já era a tendência dos mercados, mas a informação sobre emprego nos EUA impulsionou essa movimentação.

    Para Correia, o “clima” na Bolsa “também foi positivo” nesta quarta-feira. Ações de grande peso no Ibovespa, como as da Vale e da Petrobras, subiram refletindo as altas do minério de ferro e do petróleo no exterior. “Além disso, o BTG soltou um relatório no qual afirma que a Vale está no melhor momento operacional dos últimos 20 anos, o que também anima investidores”, diz o analista.

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