Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Em reunião com líderes europeus, Zelensky cobra unidade por paz

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    O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky reuniu-se, nesta segunda-feira (8/12), com líderes europeus em Londres, num gesto de demonstração de força e alinhamento político após Donald Trump tê-lo acusado de não ler a última proposta americana para pôr fim à guerra.

    O encontro ocorreu após o Kremlin elogiou a nova postura mais dura de Washington em relação à Europa.

    Antes das negociações em Downing Street sobre “questões sensíveis” — que envolvem garantias de segurança para Kiev e o futuro das regiões ocupadas no leste. O ucraniano afirmou que é urgente que europeus e americanos exibam “unidade” diante da agressão russa e na busca por um fim mais rápido do conflito.

    “Há algumas coisas que não podemos administrar sem os americanos, coisas que não podemos administrar sem a Europa, e é por isso que precisamos tomar algumas decisões importantes”, declarou o presidente ucraniano.

    What is crucial today is unity between Europe and Ukraine, as well as unity between Europe, Ukraine, and the United States. I am grateful to the leaders of the United Kingdom, France, and Germany – @Keir_Starmer, @EmmanuelMacron, and @bundeskanzler – for organizing the meeting… pic.twitter.com/BWXaodhdN3

    — Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) December 8, 2025

    Plano de paz revisado e pressão diplomática

    Em voo de Londres para Bruxelas, onde se reunirá com líderes da Otan e da União Europeia, Zelensky afirmou que as conversas avançaram e que uma nova versão da proposta de paz — reduzida de 28 para 20 pontos — seria enviada aos Estados Unidos nesta terça-feira (9/12).

    Segundo ele, os itens considerados “antiucranianos” foram removidos do texto.

    O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, recebeu Zelensky ao lado do presidente francês, Emmanuel Macron, e do chanceler alemão, Friedrich Merz. “Continuamos firmemente ao lado da Ucrânia, porque o destino desse país é o destino da Europa”, disse Merz.

    Mas, após a publicação da nova Estratégia de Segurança Nacional do governo Trump — documento que endurece o tom contra a Europa e altera o enquadramento da Rússia — cresce o temor de que o apoio norte-americano à defesa ucraniana esteja enfraquecendo.

    E Trump, após reuniões em Miami entre emissários norte-americanos e ucranianos, afirmou estar “decepcionado” com Zelensky por supostamente não ter lido a última proposta dos EUA. Segundo ele, Moscou estaria “bem” com o plano, mas não estava “certo” se Kiev concordaria.

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    Zelensky e Starmer

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    Zelensky e líderes europeus

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    Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky

    Toby Melville – WPA/Getty Images

    Donbas e a cautela com Washington

    Zelensky rebateu que os EUA ainda não chegaram a um entendimento sobre o futuro do Donbas e acrescentou que Kiev busca garantias de segurança mais claras, sobretudo dos aliados ocidentais.

    “Se a Rússia iniciar uma guerra novamente, o que farão nossos parceiros?”, perguntou Zelensky. Ele disse que decisões sobre temas como adesão à União Europeia também precisam ser discutidas diretamente com o bloco.

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