Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Entenda a denúncia de tráfico de drogas contra Renato Cariani

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    Como a maioria da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou o pedido do influenciador e empresário Renato Cariani, o caso em que ele e mais suspeitos  são acusados de tráfico de drogas permanecerá com a Justiça de São Paulo. As cincos pessoas são acusadas de “produzir, vender e fornecer, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar, mais de doze toneladas de produtos químicos destinados à preparação de drogas”, segundo a denúncia.

    De acordo com o Ministério Público de São Paulo (MPSP),  grupo também teria dissimulado “os valores provenientes dos crimes de tráfico de drogas acima noticiados, por meio de depósitos em espécie realizados por interpostas pessoas, convertendo em ativo lícito o montante aproximado de R$ 2.407.216,00”.

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    Em 2023, a empresa Anidrol, indústria química na região da Grande São Paulo, que tem como sócio Cariani, foi alvo de uma ação da Polícia Federal (PF).

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    Renato Cariani atua como influenciador fitness nas redes sociais

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    Renato Cariani foi denunciado, com mais quatro pessoas, por tráfico de drogas

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    Em 2023, a empresa Anidrol, indústria química na região da Grande São Paulo, que tem como sócio Cariani, foi alvo de uma ação da Polícia Federal (PF).

    Segundo a corporação, os alvos da Operação Hinsberg são suspeitos de desviar 12 toneladas de produtos químicos para produção de crack e cocaína.

    As apurações à época revelaram que o esquema envolvia a emissão fraudulenta de notas fiscais por empresas licenciadas para vender produtos químicos em São Paulo, por meio de “laranjas” — que faziam depósitos em espécie como se fossem funcionários de grandes multinacionais — e vítimas que figuraram como compradoras.

    A PF identificou 60 transações dissimuladas e vinculadas à atuação da organização criminosa, que totalizaram em cerca de 12 toneladas de produtos químicos — fenacetina, acetona, éter etílico, ácido clorídrico, manitol e acetato de etila. A combinação corresponde a mais de 19 toneladas de cocaína e crack prontas para consumo.

    Além disso, os envolvidos teriam usado diversas metodologias, segundo as investigações, para ocultar e dissimular a procedência ilícita dos valores recebidos, com uso de pessoas interpostas e empresas fictícias.

    Renato Cariani nega as acusações.

    Em fevereiro de 2024, o grupo se tornou réu na Justiça de São Paulo. A defesa de Cariani procurou o STF alegando que a Justiça de São Paulo era incompetente para analisar o caso, porque a investigação que resultou na ação penal começou na Polícia Federal. Portanto, segundo a tese dos advogados, o processo deveria tramitar na Justiça Federal.

    Porém, o relator do pedido, o ministro Cristiano Zanin, negou o pedido e afirmou que “com o aprofundamento das investigações, identificou-se a prática de condutas que podem configurar, em tese, os crimes de tráfico ilícito de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, cuja competência é da Justiça Estadual”.

    Os ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes acompanharam o voto de Zanin, formando maioria para manter com caso em São Paulo. Ainda falta o voto da ministra Cármen Lúcia.

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