Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Gilmar e a “injustiça” contra Messias no Senado

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    Atual decano do STF, o ministro Gilmar Mendes tem dito, em conversas reservadas, considerar “injusto” o que tem acontecido no Senado com Jorge Messias, indicado de Lula a uma vaga na Corte.

    Ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Messias vem enfrentando forte resistência de senadores a sua indicação. Sobretudo de Davi Alcolumbre (União-AP), atual presidente do Senado.

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    Jorge Messias foi indicado por Lula para vaga no STF

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakifoto3 de 4

    Gilmar Mendes e Jorge Messias chegaram juntos para posse de Boulos

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    Presidente do Senado, Davi Alcolumbre

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

    Em conversas nos bastidores, segundo relatos, Gilmar tem destacado que a resistência a Messias no Senado não se deve ao currículo do ministro da AGU, que seria apropriado para o STF.

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    O atual decano do Supremo avalia que Messias estaria sendo penalizado por uma crise maior na relação entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o que não seria justo.

    A aliados, Gilmar garante estar ajudando o indicado de Lula a angariar apoios junto aos senadores, embora tenha divergido dele na decisão em que restringiu impeachment de ministros do STF.

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