Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    LDO avança com imposição de calendário para emendas em ano eleitoral

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    A Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional aprovou, nesta quarta-feira (3/12), o texto principal da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. O parecer de Gervásio Maia (PSB-PB) apresenta um calendário que obriga o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a pagar a maior parte das emendas parlamentares até meados do ano que vem – que é ano eleitoral.

    Os parlamentares analisam agora os destaques, isto é, sugestões ao texto que precisam ser votadas separadamente.

    Pelo parecer, que foi aprovado de maneira simbólica, o Palácio do Planalto deverá pagar 60% dos repasses indicados pelos congressistas até julho. O prazo foi acordado após ser amplamente discutido entre o governo e o Congresso e foi um dos motivos de atraso na votação. Os parlamentares afirmam que o calendário traz mais previsibilidade na distribuição das emendas, por outro lado, diminui o poder de barganha do Palácio do Planalto.

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    A LDO é o conjunto de diretrizes e regras que ditam como o governo federal deverá gastar o Orçamento do ano seguinte. A proposta é enviada pelo Palácio do Planalto, normalmente, no primeiro trimestre do ano anterior ao que se refere o projeto, e deve ser votado pela CMO e, depois, pelo Congresso Nacional.

    O relator também aliviou a pressão para o governo e determinou que poderá perseguir o piso da meta fiscal em 2026, não sendo necessário perseguir o centro. Essa seria uma forma de evitar contingenciamentos volumosos. A meta fiscal para o próximo ano é de superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34 bilhões, com intervalo de 0,25% para cima ou para baixo, ou seja, o piso inferior é de déficit zero.

    O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou este ano que o governo deveria perseguir o centro da meta, e não a banda inferior como vinha sendo feito. No entendimento da Corte, o governo está burlando as regras fiscais ao não mirar o déficit zero, estabelecido como meta de resultado para 2025. No entanto, por entender que o orçamento já estava em execução, o TCU permitiu que a equipe econômica mirasse o piso da meta este ano, mas discute a obrigatoriedade de mirar o centro em 2026.

    Segundo a equipe econômica, caso a Corte mantivesse a decisão, seria necessário bloquear cerca de R$ 30 bilhões nas contas públicas, o que causaria um colapso na administração pública.

    Próximos passos

    Com o aval da CMO, agora o substitutivo da LDO deverá ser votado em uma sessão conjunta do Congresso Nacional. O presidente, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) deverá convocar a reunião de senadores e deputados. Depois, o projeto segue para sanção presidencial.

    A CMO tem agora duas semanas antes do recesso para votar o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) do ano que vem antes do recesso parlamentar. O relator, o deputado federal Isnaldo Bulhões (MDB-AL), deverá apresentar seu relatório preliminar na sessão da CMO desta quarta.

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