Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Líder admite fracasso da greve dos caminhoneiros: “Fomos sabotados”

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    O caminhoneiro Francisco Burgardt, conhecido como Chicão Caminhoneiro, que tentou promover uma greve dos caminhoneiros marcada para começar na quinta-feira (4/12), admitiu que o movimento fracassou. Segundo ele, a greve teria sido sabotada e, por isso, não teve adesão de caminhoneiros Brasil afora.

    Na última segunda-feira (1/12), Burgardt, juntamente com o desembargador aposentado e influencer de direita Sebastião Coelho, gravou um vídeo enquanto protocolavam um documento no Palácio do Planalto avisando sobre a greve. Eles divulgaram o material nas redes sociais, causando reações favoráveis e contrárias.

    Entre os caminhoneiros, entretanto, o movimento não vingou e não houve bloqueios. “Sem adesão, fomos sabotados”, afirmou Chicão Caminhoneiro.

    Desde que foi anunciada, na última semana, a proposta de greve causou divergência dentro da categoria dos caminhoneiros. Na quinta e também nesta sexta (5/12), as rodovias de todo o Brasil amanheceram desbloqueadas e os caminhoneiros trabalham normalmente.

    O Metrópoles chegou a procurar o Sindicato dos Caminhoneiros (Sindicam), que afirmou que, caso os caminhoneiros decidissem pela greve, seriam apoiados. A reportagem também ouviu outros representantes contra e a favor da paralisação no transporte, como a Cooperativa dos Caminhoneiros Autônomos do Porto de Santos (CCAPS) e a Associação Catarinense dos Transportadores Rodoviários de Cargas (ACTRC), responsáveis por bases locais.

    Entre os pleitos defendidos pela categoria estavam: a estabilidade contratual do caminhoneiro e a garantia do cumprimento de leis, a reestruturação do Marco Regulatório do Transporte de Cargas e a aposentadoria especial de 25 anos de trabalho, comprovada com recolhimento ou documento fiscal emitido.

    Falta de apoio político e manifestação de Zé Trovão

    O movimento também não contava com apoio político de um dos principais representantes do setor, o deputado federal Zé Trovão (PL-SC). O parlamentar chegou a se manifestar sobre o tema.

    “Vocês não estão querendo defender quem está preso, vocês não estão querendo defender o presidente Bolsonaro, vocês estão querendo defender interesses próprios, porque até a pauta que vocês trazem não resolve os problemas do transporte […] Querem fazer? Façam. Se der certo, ótimo, mas eu não vou apoiar”, disse Zé Trovão.

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