Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Megaoperação: fuzil do CV foi usado em morte encomendada por bicheiros

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro identificou mais um elo entre grupos criminosos distintos a partir da análise das armas apreendidas na Megaoperação Contenção, deflagrada nos complexos do Alemão e da Penha no fim de outubro.

Uma perícia balística revelou que um dos quase 100 fuzis retirados das mãos de traficantes do Comando Vermelho (CV) havia sido utilizado anteriormente em uma execução encomendada por bicheiros em Bangu, na Zona Oeste.

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O cruzamento de informações foi feito pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE). Os peritos concluíram que estojos recolhidos na cena do homicídio, investigado meses atrás, foram deflagrados pelo mesmo armamento apreendido com os narcotraficantes na operação que terminou com 122 mortos.

O caminho exato percorrido pelo armamento ainda é apurado, mas investigadores tratam o movimento como parte de um mercado paralelo de armas, onde negócios entre milicianos, traficantes e contraventores ocorrem conforme a conveniência de cada grupo.

 

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