Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    “Meu Coco”: álbum em que Caetano evoca cultura brasileira como oração

    Por

    “Meu Coco” (2021), o primeiro álbum de inéditas de Caetano Veloso em nove anos, é uma obra profundamente marcada pela reflexão sobre o Brasil, a cultura e o mundo digital contemporâneo. O disco se abre e engloba “tudo o que se passava em sua cabeça no momento”.

    Caetano, que sempre viu o Brasil como um país místico, com diversos deuses, reafirma que a cultura e a música nacionais têm a força não só para encantar o mundo, mas também para salvar o país das próprias trevas.

    A faixa-título faz um panorama do Brasil multirracial e plurirreligioso, avisando que é uma “nação grande demais para que alguém engula”.

    A lucidez de Caetano para as agruras do tempo se manifesta na faixa “Anjos Tronchos”, em que ele reflete sobre as redes sociais, o meio digital e as novas formas de produzir música, “sem pele, tela a tela”. O compositor aponta para os “anjos já mi ou bi ou trilionários” que, além de comandarem a riqueza, influenciam no mundo atual.

    Leia também

    O álbum, no entanto, mantém um compromisso inabalável com a utopia. Caetano, mesmo diante dos tempos sombrios, oferece o canto com um certo otimismo. Ele inclusive dedicou a canção “Enzo Gabriel” às crianças registradas com esse nome popular, oferecendo conselhos: “Sei que a luz é sutil; Mas já verás o que é nasceres no Brasil”.

    A face política se escancara em “Não Vou Deixar”, que chega a engatar a levada do Funk carioca. Por meio das belezas e da força do país, Caetano diz que não deixará ninguém “esculachar a nossa história”.

    O repertório do festival Estilo Brasil, que inclui faixas recentes como “Anjos Tronchos” e a inédita “Uma Baiana” (apresentada por Caetano como “uma oração diante dos tempos sombrios”), reflete esse estado de reflexão e o compromisso com a “consciência de uma potência criativa do Brasil” capaz de transformar realidades.

    No palco do Festival Estilo Brasil, Caetano oferece ao público as reflexões de “Meu Coco”, um disco que encara o presente sem medo.

    Misticismo, política, memória e invenção se misturam em um repertório que reafirma: a cultura brasileira continua sendo uma força vital contra os tempos sombrios.

    Compre seu ingresso

    O Festival Estilo Brasil é apresentado pelo Banco do Brasil Estilo, com patrocínio do governo federal e dos cartões BB Visa, e realização do Metrópoles, com produção da Oh! Artes.

    Programação

    Caetano Veloso
    11 de dezembro

    Liniker
    14 de dezembro

    Festival Estilo Brasil

    Local: Ulysses Centro de Convenções
    Ingressos: Bilheteria Digital

    Sair da versão mobile