Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Michelle Bolsonaro sabe o peso que tem

    Por

    Por trás da briga pública no Ceará, disputa revela o choque entre o pragmatismo eleitoral dos filhos e a “purismo” ideológico da ex-primeira-dama.

    A prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro em novembro de 2025, condenado a mais de 27 anos por tentativa de golpe de Estado, não apenas retirou o principal líder da direita do tabuleiro, mas detonou uma guerra sucessória aberta.

    Enquanto o ex-presidente cumpre pena na Polícia Federal, Michelle Bolsonaro emergiu não como mera apoiadora, mas como uma força autônoma que colide frontalmente com os interesses dos enteados — Flávio, Carlos e Eduardo.

    O episódio crucial ocorreu no Ceará, onde Michelle vetou publicamente uma aliança do PL com Ciro Gomes. O que não é dito explicitamente, mas circula nos bastidores de Brasília, é que essa aliança era uma estratégia pragmática desenhada por Valdemar Costa Neto e avalizada pelos filhos do ex-presidente para garantir palanques fortes no Nordeste em 2026.

    Ao classificar o acordo como traição — relembrando que Ciro chamou Bolsonaro de “ladrão de galinhas” no caso das joias —, Michelle impôs uma agenda moral sobre a estratégia política. O recuo forçado de Flávio Bolsonaro, que teve de pedir desculpas após tentar desautorizá-la, sinaliza uma mudança de hierarquia: o “capital religioso” e a popularidade de Michelle hoje rivalizam com o mandato dos filhos.

    O racha familiar pode custar caro, sim. Mas é fato também que a política não é nada estranha a Michelle, que sempre teve ascendência sobre Bolsonaro. Não é ingênua e tem potencial.

    Entenda o que aconteceu e qual o cenário agora:

    Sair da versão mobile