Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Morador da Favela do Moinho é baleado e morto em operação da PM

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    Um morador da Favela do Moinho, no centro de São Paulo, foi baleado em uma operação da Polícia Militar (PM) na comunidade, na tarde desta sexta-feira (19/12). Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a corporação está no local para cumprimento de mandado de busca e apreensão.

    “Durante a operação, houve troca de tiros e um suspeito foi atingido, sendo socorrido pela equipe do Corpo de Bombeiros. A ocorrência está em andamento”, informou a pasta no início da noite desta sexta.

    O baleado não resistiu aos ferimentos e morreu. Ele foi identificado como Felipe Petta, vulgo Pode, e é ex-professor de educação física.

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    Felipe Petta, morador da Favela do Moinho, em São Paulo, baleado em operação da PM. – Metrópoles

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    Imagem de operação da PM na Favela do Moinho compartilhada por moradores nas redes sociais

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    Imagem de operação da PM na Favela do Moinho compartilhada por moradores nas redes sociais

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    Imagem de operação da PM na Favela do Moinho compartilhada por moradores nas redes sociais

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    Imagem de operação da PM na Favela do Moinho compartilhada por moradores nas redes sociais

    Reprodução/Instagram @faveladomoinho

    “Felipe Petta, nosso morador da Favela do Moinho foi covardemente assassinado em uma nova operação da Polícia Militar, que fez do nosso território palco do terror, nesta sexta-feira”, publicou uma página de moradores do local no Instagram.

    De acordo com a publicação, Felipe já havia sido abordado pela polícia nos trilhos de trem que delimitam a favela na madrugada de 8 de dezembro. Na ocasião, ele teria sido agredido e tido o cabelo raspado com uma faca.

    A página também contesta a versão da SSP de que houve troca de tiros. Segundo moradores da comunidade, Felipe não tinha arma e não estava armado. Seus familiares tinham acabado de deixar a favela.

    Leia também

    Operação na Favela do Moinho

    Moradores relatam que a operação policial teve início por volta das 16h10 desta sexta-feira. Mais de 10 viaturas do Batalhão de Choque da PM foram empenhadas para a ação.

    No Instagram, a população local pedia apoio enquanto diziam estar “sitiados” com a presença de policiais fortemente armados e cães farejadores.

    A favela, dita como última remanescente do centro de São Paulo, foi alvo de uma ação da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado (CDHU), que removeu os moradores para outras habitações.

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    Casas sem janelas e portas viraram comuns na Favela do Moinho, que já tinha 60% das famílias removidas em setembro de 2025

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    Casa descaracterizada na Favela do Moinho

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    CDHU retira portas e janelas, mas entulho permanece em imóveis vazios na Favela do Moinho

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    Entulho e lixo em casa descaracterizada na Favela do Moinho. Crianças usam espaços como cenários de brincadeiras

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    Entulhos se acumulam em pontos onde houve descaracterização de casas

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    Favela do Moinho em setembro de 2025, com mais de 60% das famílias removidas

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    Moradores que permanecem no local dividem ruas com casas descaracterizadas. Na imagem, imóvel ainda ocupado tem santuário à frente

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    Casa vazia após antigos moradores se mudarem

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    Em algumas vielas, os imóveis vazios já são maioria na Favela do Moinho

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    Casa sem janela em rua da Favela do Moinho

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    Casa descaracterizada tem frase religiosa pintada na parede

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    Barbearia com parede quebrada e entulho acumulado

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    Buraco em parede de barbearia na entrada da Favela do Moinho é sinal de descaracterização do local

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    Roupas no varal são “sinal de vida” em ruas cheias de casas descaracterizadas

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    Favela do Moinho tem cerca de 900 famílias mapeadas pelo governo estadual

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    Lixo em barraco onde vivia acumulador na Favela do Moinho

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    Casa sem janela na Favela do Moinho

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    Paredes quebradas em rua na Favela do Moinho ao lado de cartaz sobre movimento de moradores no início do ano

    Jessica Bernardo / Metrópoles

    A intenção do governo paulista é transformar o território onde fica a Favela do Moinho em um parque público, ou até construir uma estação de trem.

    Até setembro deste ano, a gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) estimou que mais de 60% das famílias — 537 das 880 mapeadas — já haviam o Moinho desde o início do processo de remoção dos moradores.

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