Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Mulher arrastada por carro está respirando sem aparelhos, diz irmã

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    A irmã de Tainara Souza Santos, que foi atropelada e arrastada pelo ex na Marginal Tietê, na zona norte de São Paulo, no último sábado (29/11), comentou nas redes sociais uma atualização do quadro de saúde da mulher. Segundo a parente, a vítima “impactou os médicos com a reação” após a diminuição na sedação.

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    Reprodução/ Instagram

    Segundo Tatiana, irmã de Tainara, após a equipe médica amenizar a sedação, a mulher chegou a responder a um estímulo da mãe. “Minha mãe disse ‘se você estiver me escutando aperta minha mão’ e minha irmã apertou a mão dela”. A vítima também já respira sem ajuda dos aparelhos e seu quadro é considerado estável, mas continua entubada pela gravidade do caso.

    Ao Metrópoles, os familiares disseram que na terça-feira (2/12) Tainara passou por dois procedimentos: uma cirurgia para inserção de pinos no quadril e uma colostomia, ambas bem-sucedidas. Na nova atualização no quadro de saúde feita pela irmã, o enxerto ainda não foi feito e ainda não há data marcada para o procedimento.

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    Tainara Souza Santos precisou ter as duas pernas amputadas após ser arrastada por cerca de 1 quilômetro na Marginal por Douglas Alves da Silva, o ex-companheiro.

    Amigo contraria versão de ex

    O amigo de Douglas Alves da Silva, que foi preso por atropelar e arrastar Tainara, afirmou em seu depoimento à polícia que o agressor e a vítima haviam terminado um relacionamento pouco tempo antes do crime. Tal argumento contraria a versão de Douglas, que chegou a dizer que desconhecia Tainara.

    Discussão antes do crime

    A testemunha, Kauan Silva Bezerra, estava dentro do carro usado por Douglas para atropelar e arrastar a ex. O amigo contou à polícia que foi com o suspeito a um bar momentos antes do crime e, no local, encontraram a mulher conversando com outro rapaz. Douglas, então, teria ficado “enfurecido”.

    Vítima arrastada na Marginal

    Câmeras de segurança flagraram o momento em que Tainara é atropelada e arrastada por Douglas. Nas imagens, é possível ver que ela andava acompanhada de outro rapaz quando foi atingida por um carro preto. A cena é forte.

    Suspeito preso

    Douglas chegou a afirmar que foi vítima de agressões e torturas de policiais no momento de sua prisão. Segundo o boletim de ocorrência, ele teria tentado pegar a arma de um agente e acabou baleado no braço esquerdo. Ele foi levado ao Hospital Municipal Vila Alpina, onde recebeu atendimento médico.

    A defesa do suspeito, no entanto, afirma que “o acusado não recebeu qualquer atendimento, permanecendo com a ferida aberta, expondo-se a risco concreto e iminente de infecção”. Os advogados alegam, ainda, que o homem “sequer foi medicado”.

    Procurada pelo Metrópoles, a Polícia Civil afirmou que a abordagem ao autor cumpriu todos os requisitos necessários e foi realizada “dentro dos parâmetros de legalidade”.

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