Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Nem álcool, nem hepatite: saiba o que aumentou as doenças do fígado

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    O fígado é a maior glândula do corpo humano e desempenha funções essenciais de desintoxicação para manter o organismo em equilíbrio. Por isso, durante muito tempo o álcool foi apontado como inimigo número 1 do órgão, ao lado de inflamações virais que também são especialmente danosas, como as hepatites.

    No entanto, nos últimos anos a maior ameaça é uma doença que era considerada um “mal menor”: a doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica, ou MASLD, conhecida popularmente como gordura no fígado.

    A doença é causada por acúmulos de placas de gordura no órgão que inflamam e prejudicam o funcionamento do fígado quando ultrapassam 5% do seu volume.

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    Associada ao sobrepeso e à alimentação com muito açúcar e gordura e uma rotina de pouca atividade física, a doença tem crescido globalmente como causadora de complicações graves como o câncer de fígado. Ela costuma ser acompanhada por outras condições metabólicas como a resistência à insulina, diabetes tipo 2 e o colesterol alto.

    “Antigamente, acreditava-se que o câncer de fígado ocorria principalmente em pacientes com hepatite viral ou doença hepática relacionada ao álcool. No entanto, hoje, as crescentes taxas de obesidade são um fator de risco crescente para a doença, principalmente devido ao aumento de casos de excesso de gordura ao redor do fígado”, afirma o hepatologista Jean Tafarel, do Hospital Universitário Cajuru.

    Os riscos da gordura no fígado

    A MASLD já atinge cerca de 30% da população mundial e, segundo estimativas médicas, deve se tornar a principal causa de transplante de fígado até 2030. Isso acontece porque cerca de 20% das pessoas com MASLD acaba desencadeando inflamações crônicas no fígado que obrigam o órgão a se cicatrizar a ponto de desenvolver fibroses que comprometem seu funcionamento.

    Embora o agravamento não seja sempre presente, como a doença é muito prevalente na população mundial, a associação entre a gordura no fígado e as doenças graves têm mudado a forma como a medicina avalia esse risco.

    “O grande problema da MASLD é que ela evolui de forma silenciosa. O fígado sofre em silêncio e, muitas vezes, o diagnóstico só acontece quando já há inflamação ou fibrose”, diz Tafarel.

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    A esteatose hepática é popularmente conhecida como gordura no fígado

    Mohammed Haneefa Nizamudeen/Getty Images2 de 4

    A condição de gordura no fígado acomete 30% da população mundial

    Magicmine/Getty Images3 de 4

    Alterações na função hepática podem provocar distúrbios do sono, como insônia, sonolência diurna e ciclos de descanso irregulares

    Science Photo Library – SCIEPRO/Getty Images4 de 4

    No início, as manifestações costumam ser inespecíficas, como cansaço, fraqueza, perda de apetite, náuseas, sensação de inchaço abdominal ou desconforto do lado direito do abdome

    Magicmine/Getty Images

    Consequências graves para a sáude

    Além da alimentação baseada em ultraprocessados, o sedentarismo e o estresse também influenciam a formação do depósito gorduroso. O material desencadeia inflamação, destrói células e cria cicatrizes. Nos estágios mais graves, podem surgir cirrose, câncer e falência hepática.

    Além disso, pessoas com MASLD enfrentam risco maior de doenças cardiovasculares. Infartos, insuficiência cardíaca e acidentes vasculares cerebrais (AVCs) acontecem até duas vezes mais em pacientes com alterações no fígado.

    Por que este agora é o inimigo nº 1?

    O avanço da doença ocorreu após dois movimentos positivos. O primeiro foi o controle das hepatites virais, com vacinação contra o tipo B e novos tratamentos para o tipo C que reduziram mortes e necessidade de transplantes.

    O segundo fator foi a queda no uso abusivo de álcool. O relatório mais recente do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA) mostrou que em 2023, as internações totalmente atribuíveis ao álcool (27 internações/100 mil habitantes) foram cerca de metade das observadas em 2010 (57 internações/100 mil habitantes).

    “Durante muito tempo se acreditou que a esteatose não traria consequências sérias, mas hoje sabemos que pode evoluir para cirrose e até para câncer de fígado. O cuidado preventivo é essencial. O principal tratamento continua sendo o controle das causas: obesidade, diabetes e sedentarismo. Manter a pressão arterial, o açúcar no sangue e o colesterol sob controle, aliado à prática regular de atividade física é essencial para evitar a progressão da doença”, conclui o hepatologista.

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