Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

O que diz o novo decreto da Igreja Católica sobre sexo no casamento

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Um novo decreto da Igreja Católica atualiza orientações sobre sexo no casamento para os 1,4 bilhão de católicos do mundo. O documento, aprovado pelo papa Leão XIV, defende que as relações sexuais não se limitam apenas à procriação, mas devem ser uma “união exclusiva do matrimônio”, em uma defesa das relações monogâmicas.

Assinada pelo Dicastério para a Doutrina da Fé (o antigo Tribunal do Santo Ofício) e publicada em italiano no site oficial, a diretriz afirma que a relação sexual dentro de um casamento também serve para “enriquecer e fortalecer a união única e exclusiva e o sentimento de pertencimento mútuo” entre um homem e a mulher.

A nota doutrinal divulgada pelo Vaticano foi motivada, principalmente, pela questão da poligamia na África — continente que apresenta o maior crescimento no número de católicos da atualidade — , inclusive entre membros da Igreja Católica, onde um homem se casa com mais de uma mulher.

No texto, a monogamia é apresentada como garantia de que a sexualidade se desenvolve no reconhecimento do outro com quem partilha a vida inteiramente, e não como um objeto de uso. “A questão está intimamente ligada à finalidade unitiva da sexualidade, que não se limita a assegurar a procriação, mas contribui para enriquecer e fortalecer a união única e exclusiva e o sentimento de pertencimento mútuo”, afirma a nota.

O documento aprofunda o conceito de caridade conjugal, que é o amor sobrenatural que eleva o vínculo matrimonial.

“A caridade – incluindo a caridade conjugal – é uma união afetiva, entendendo-se aqui por “afetiva” algo mais do que sentimentos e desejos: implica um vínculo afetivo entre quem ama e a coisa amada: na medida em que quem ama considera a pessoa amada como uma só consigo”.

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Papa Leão XIV em sua primeira viagem internacional como pontífice

Simone Risoluti – Vatican Media via Vatican Pool/Getty Images2 de 5

Papa Leão desembarca na Turquia nesta quinta-feira (27/11)

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Papa Leão XIV

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Papa Leão XIV publica foto segurando imagem de Nossa Senhora Aparecida

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Papa Leão e Cafu

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“Busca excessiva por sexo”

O novo decreto da Igreja Católica também faz um alerta sobre a “busca excessiva por sexo”. O documento diz que não é possível negar que nas últimas décadas, “no contexto do individualismo consumista pós-moderno”, surgiram diversos problemas que são originados “da busca excessiva e descontrolada pelo sexo ou da simples negação da finalidade procriativa da sexualidade”.

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Com isso, o decreto alerta para o risco do fim da “troca emocional” que deveria existir em uma relação sexual dentro de um casamento.

“Uma característica das últimas décadas é a negação explícita da finalidade unitiva da sexualidade e do próprio casamento. Isso ocorre principalmente devido à sensação de ansiedade, de estar constantemente ocupado, de querer mais tempo livre para si mesmo, de estar constantemente obcecado por viajar e explorar outras realidades. Consequentemente, o desejo de troca emocional, pelas próprias relações sexuais, mas também pelo diálogo e pela cooperação, desaparece, sendo tudo isso visto como estressante”, diz o documento.

O documento afirma que a verdadeira caridade entre cônjuges envolve também a abertura à fecundidade, mas ressalta que cada relação sexual não precisa ter como objetivo direto a procriação. A união sexual deve permanecer aberta à vida, mas não condicionada a ela em todos os atos.

A partir disso, o texto destaca três situações:

  1. casais que, por razões biológicas, não podem ter filhos;
  2. casais que não buscam deliberadamente uma relação sexual com finalidade reprodutiva;
  3. o uso dos períodos naturais de infertilidade, que pode ajudar tanto no planejamento familiar quanto na escolha do melhor momento para receber um filho. O documento diz ainda que esses períodos podem fortalecer o afeto e a fidelidade entre os cônjuges, expressando um amor autêntico.

Embora não seja uma novidade absoluta dentro da tradição católica, essa abordagem ganha destaque no novo texto, que cita não apenas autoridades religiosas, mas também escritores como Pablo Neruda e Eugenio Montale, além de reflexões de Kierkegaard sobre o matrimônio. O contraste aparece diante de orientações antigas da Igreja Católica — especialmente dos séculos XVI e XVII  — que pregavam maior contenção sexual mesmo entre casados.

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