Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    PEC da oposição obriga chefe do Senado a pautar impeachment no STF

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    Apresentada pela oposição na Câmara nesta quarta-feira (3/12), uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) prevê a obrigatoridade da abertura de processos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), pelo presidente do Senado, caso o número de assinaturas no requerimento seja igual ou maior a 3/5 dos 81 senadores.

    A PEC se contrapõe à decisão liminar do ministro Gilmar Mendes que atribui exclusivamente à Procuradoria-Geral da República (PGR) a prerrogativa de apresentar pedidos de impeachment contra ministros do STF. “A Proposta de Emenda à Constituição apresentada reforça o caráter republicano do impeachment, restabelece a competência exclusiva do Senado Federal e impede interferências indevidas do Poder Judiciário”, estabelece o texto apresentado por deputados do campo conservador.

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    Alcolumbre nega pautar pedidos de impeachment de Moraes

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto2 de 3

    Presidente do Senado, Alcolumbre recebeu 29 pedidos de impeachment contra Moraes

    Reprodução / Redes sociais3 de 3

    Nikolas Ferreira é um dos autores da PEC que tenta reverter decisão de Gilmar Mendes

    Hugo Barreto/Metrópoles

    Uma regra incluída na proposta estabelece que “se o pedido de impeachment for apresentado com assinatura de pelo menos 3/5 dos Senadores, o recebimento será automático, obrigando a instauração do processo”.

    Em agosto deste ano, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), negou instaurar um processo de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes (STF) após a oposição protocolar um pedido de afastamento com 41 assinaturas. Atualmente, cabe exclusivamente ao chefe do Senado decidir se dará início a esse tipo de tramitação.

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    Novas regras

    Além de determinar o número mínimo de assinaturas para abertura automática do processo, a PEC faz quatro mudanças nas regras de impeachment de ministros do STF. Ela retoma a premissa de que qualquer cidadão pode apresentar denúncia contra ministros, devolve ao Senado a competência para processar e julgar as ações, afirma que a prerrogativa do recebimento das denúncias é do presidente da Casa e determina a vedação de interferência judicial no andamento do processo.

    “A PEC constitucionaliza que o impeachment é um procedimento de natureza político-institucional, cabendo exclusivamente ao Senado, sem qualquer forma de controle judicial prévio ou posterior, exceto para garantir a defesa do acusado”, sustenta a oposição.

    Até julho deste ano, o Senado registrava 29 pedidos de impeachment contra o ministro do STF Alexandre de Moraes. Em agosto, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que não pautaria nenhum pedido “nem com as assinaturas dos 81 senadores”.

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