Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Populações de pinguins africanos estão morrendo em massa por fome

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    A população de pinguins-africanos (Spheniscus demersus), nativos da África do Sul, sofreu uma baixa significativa nos últimos anos. Um novo estudo estima que cerca de 95% das aves que se reproduziram em 2004 nas ilhas Dassen e Robben morreram de fome nos oito anos seguintes. Os locais são importantes colônias de reprodução dos pinguins sul-africanos.

    A descoberta foi liderada por pesquisadores do Departamento de Florestas, Pescas e Meio Ambiente da África do Sul, em parceria com a Universidade de Exeter, no Reino Unido. Os resultados foram publicados nessa quinta-feira (4/12) na revista científica Ostrich: Journal of African Ornithology.

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    De acordo com a pesquisa, as mortes aconteceram em decorrência da diminuição da população de sardinhas na costa, o principal alimento dos pinguins.

    “Entre 2004 e 2011, o estoque de sardinhas na costa oeste da África do Sul ficou consistentemente abaixo de 25% de sua abundância máxima, e isso parece ter causado uma grave escassez de alimentos para os pinguins-africanos, levando a uma perda estimada de cerca de 62 mil indivíduos reprodutores”, aponta o coautor do artigo, Richard Sherley, biólogo do Centro de Ecologia e Conservação, sediado na Universidade de Exeter.

    A expectativa dos pesquisadores é que as conclusões incentivem a criação de estratégias de gestão para garantir a recuperação e a sobrevivência das aves a longo prazo. No ano passado, os pinguins foram classificados como “criticamente ameaçados de extinção” pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).

    Falta de alimentos impacta pinguins na época de muda

    Como tudo na natureza, o desaparecimento de pinguins está ligado a falhas em diferentes processos ambientais. Quando uma peça sai do lugar, toda a cadeia alimentar é afetada. No caso das aves africanas, a queda populacional começou em um evento importante anual: a época da muda.

    Anualmente, os pinguins africanos trocam de penas, descartando as velhas e desgastadas por novas. A substituição ajuda no isolamento térmico e impermeabilização. No entanto, durante a perda temporária da proteção, as aves ficam em terra e não saem para caçar, em um período que dura 21 dias.

    Para ficar tanto tempo sem comer, os animais aproveitam para engordar antes e manter suas reservas. É nesse ponto que entra o declínio de sardinhas na região, prato favorito dos pinguins. Com pouca opção de alimento, eles se nutrem menos antes de jejuar e muitos não sobrevivem.

    Para descobrir o tamanho do impacto, foi analisado o número de casais reprodutores e pinguins adultos em muda nas ilhas Dassen e Robben entre 1995 e 2015. Estimativas dos anos 2000 apontam que ambos locais abrigavam cerca de 34 mil aves reprodutoras.

    Também foi investigada a expectativa das taxas de sobrevivência dos adultos, baseadas em análises de captura-marcação-recaptura praticadas entre 2004 e 2011 – método utilizado para estimar o tamanho de populações de animais em vida livre.

    Por fim, as taxas de sobrevivência e a proporção de reprodutores que não voltaram às colônias de origem para realizar a muda foram comparadas ao índice de disponibilidade de presas na região.

    “Altas taxas de exploração de sardinhas — que chegaram brevemente a 80% em 2006 — em um período em que a população de sardinhas estava diminuindo devido a mudanças ambientais, provavelmente agravaram a mortalidade dos pinguins”, afirma Sherley.

    Segundo os cientistas, o fenômeno não acontece somente nas principais ilhas de reprodução, sendo necessária a adoção de medidas urgentes em toda costa sul-africana. A principal ação a ser tomada é a recuperação da população de sardinhas que, consequentemente, aumentará a quantidade de pinguins.

    “Abordagens de gestão da pesca que reduzam a exploração da sardinha quando a sua biomassa for inferior a 25% do seu máximo e permitam que mais adultos sobrevivam até à desova, bem como aquelas que reduzam a mortalidade dos recrutas [sardinhas juvenis], também poderiam ajudar”, afirma o biólogo Richard Sherley.

    No início do ano, o governo sul-africano restabeleceu áreas de proibição de pesca ao redor da Ilha Robben. A decisão veio após setores de conservação ambiental e indústrias pesqueiras locais entrarem em acordo sobre a necessidade de fechamento de áreas de pesca próximas a colônias de pinguins.

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