Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Projeção de rombo de R$ 400 bilhões eleva disputa sobre Orçamento

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    Estimativas da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) acenderam um alerta no Planalto. Documentos em discussão indicam que, em um cenário desfavorável, as contas públicas podem registrar um rombo de R$ 270 bilhões em 2026, podendo se aproximar de R$ 400 bilhões em 2027.

    Uma reunião da comissão responsável pelo tema ocorre nesta terça-feira (2/12), no Congresso Nacional, sob a presidência do senador Efraim Filho (União Brasil). Segundo ele, “é preciso que Lula revise os gastos para não criar dívidas desnecessárias”.

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    Senador Efraim Filho, presidente da CMO

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto2 de 2

    Senadora Professora Dorinha (União-TO)

    Pedro França/Agência Senado

    Se a projeção se confirmar, o governo terá de solicitar ao Congresso autorização especial para usar recursos destinados a investimentos no pagamento de despesas correntes — medida que fere a chamada ‘regra de ouro’ e representa desgaste político para o Executivo.

    Enquanto a LDO segue sem votação, apesar do prazo ter expirado em julho, as negociações da Lei Orçamentária Anual (LOA) avançam em paralelo, com foco na estimativa de receita que definirá o teto de gastos. A LDO estabelece metas fiscais, prioridades e limites de despesas, orientando a elaboração da LOA, que detalha a distribuição e aplicação dos recursos.

    A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, esteve na Câmara dos Deputados na última quinta-feira (27/11) para discutir pontos com lideranças, incluindo a manutenção de projetos sociais. O governo também sinalizou disposição em aumentar as emendas parlamentares.

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    A relatora da receita, senadora Dorinha (União Brasil), conduz diretamente as negociações com o governo, em meio a pressões de parlamentares por valores mais altos no Orçamento. Técnicos citam que, em anos anteriores, a LOA já registrou casos de receitas superestimadas, elevando o risco de desequilíbrios e reforçando o temor de um possível rompimento fiscal no futuro.

    Auxiliares do governo disseram à coluna que os valores apresentados representam apenas cenários possíveis. Ainda assim, a combinação de pressão política por emendas e projeções negativas para as contas públicas eleva a preocupação com uma eventual rejeição no Congresso.

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