Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Projeto no Rio forma guardiões de cavalos-marinhos de 12 a 14 anos

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    O Projeto Cavalos-Marinhos formou nesta segunda-feira (1º) a primeira turma de guardiões dos cavalos-marinhos, composta de 31 crianças e adolescentes na faixa etária de 12 a 14 anos. Durante os três meses do curso, os guardiões visitaram o Espaço Educativo Cavalos-Marinhos, no Rio de Janeiro, tiveram diversas aulas sobre a preservação das belezas naturais da região e, no dia 27 de novembro passado, realizaram o primeiro mergulho de monitoramento na praia dos Ubás, na Laguna de Araruama.

    “Tiveram um apanhado bem grande da Lagoa de Araruama, porque o conceito central era que eles se apropriassem da Laguna como sendo um ambiente importante para eles como pessoas importantes da cidade e que eles entendessem como funciona e quisessem cuidar. E o cavalo-marinho foi um ícone para fazer essa percepção de pertencimento, de cuidado. Mostrando que um animal muito sensível pode ocorrer nessa região e precisa ser cuidado por eles”, disse a coordenadora do projeto, Natalie Freret-Meurer, à Agência Brasil.

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    A partir de agora, os jovens serão os oficiais guardiões do local. A ideia é que eles atuem um pouco mais como fiscais do cuidado com o ambiente. “Que observem o que está sendo feito de bom, de ruim, no entorno da Laguna de Araruama. Que tenham cuidado com a Laguna e entendam um pouco melhor como a atitude do dia a dia pode fazer com que a Laguna melhore”, destacou Natalie.

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    Redução do consumo de resíduos, não jogar resíduo dentro da Laguna deverão estar no radar de observação dos guardiões dentro do pressuposto de como é necessário um ambiente saudável não só para os animais, como os cavalos-marinhos, mas também para as pessoas.

    “A partir do momento em que se formam guardiões, eles têm a missão de trazer uma laguna mais saudável para eles próprios e para os outros seres vivos que vivem ali”.




    Formatura dos Guardiões de Cavalos-Marinhos – Projeto Cavalos-Marinhos/Divulgação

    Orientações

    O projeto Guardiões dos Cavalos-Marinhos foi promovido pelo Projeto Cavalos-Marinhos em parceria com a prefeitura de Iguaba Grande, localizada na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. A ação teve participação de outros projetos para falar um pouco, por exemplo, de aves marinhas (Projeto Albatroz), de raias (Projeto Mantas do Brasil) de resgate de faunas debilitadas (BW). “A gente contou com parceiros que foram essenciais para eles entenderem um pouco de diversidade, das espécies marinhas”, disse Natalie.

    Um dos pontos principais passado para os guardiões é que orientem a população sobre a proibição de capturar cavalo-marinho, prevista na norma 455 do Ministério do Meio Ambiente. A coordenadora do Projeto Cavalos-Marinhos explicou que só quem pode tocar nesse animal são pesquisadores com licença para fazer estudos e pesquisas. O Projeto Cavalos-Marinhos existe há 23 anos, atuando em todo o estado, com apoio do Programa Petrobras Socioambiental.

    Com o lema Transformar para Conservar, o projeto trabalha com as mulheres caiçaras, para que elas possam desenvolver, por exemplo, biojoias provenientes de reaproveitamento de escamas de peixes, ou com redes de pesca que seriam abandonadas e são usadas como artesanato.

    “Então, a gente trabalha muito a área social para que as pessoas possam se engajar dentro de um conceito mais sustentável”.

    O projeto trabalha também com a parte de educação ambiental e formação de professores da educação infantil, com a formação de guardas-parque de unidades de conservação, “sempre tendo o cavalo-marinho como enfoque, mas entendendo que ele está dentro de um ecossistema e que tudo precisa ser cuidado e protegido também”.

    A atuação do projeto está muito associada a toda essa parte de concepção, de reconstrução e percepção de um ambiente saudável para todos, dentro de uma linha denominada “saúde única”, que se refere a um ambiente saudável para os seres vivos, as outras espécies, o ser humano. “E todos temos que estar com saúde. Dentro dessa linha é que a gente busca algumas atuações que possam contribuir para um ambiente mais saudável”, esclareceu Natalie.

    Recomendações

    Para as pessoas que encontrarem um cavalo-marinho vivo, o projeto recomenda que admirem bastante, mas nunca o toquem. “Sempre deixar no ambiente dele”. Se quiserem, podem informar dia e local onde avistaram o animal, através do site do projeto, colaborando para ampliar o número de registros sobre os cavalos-marinhos.

    Se encontrarem um cavalo-marinho morto na areia, por exemplo, podem entrar em contato com o Projeto Cavalos-Marinhos pelo Whatsapp ((21) 99379-6417), para o resgate do animal, que será usado em estudos.

    “Como a gente trabalha com a conservação e não mata nenhum animal, a gente busca sempre que eles fiquem bem. Mas resgata os animais mortos para fazer estudos mais profundos sobre a ecologia deles e acessar coisas que não teria acesso normal”, explicou Natalie.

    O contato também pode ser feito se o animal for encontrado ferido, para avaliação do estado de saúde, reabilitação e soltura. 

    Os crimes ambientais devem ser denunciados para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) pelo telefone 0800 61 8080 (ligação gratuita para todo o Brasil) ou pelo e-mail linhaverde.sede@ibama.gov.br; além das secretarias do Meio Ambiente dos locais onde o crime aconteceu.. 

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