Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Quem é o brasileiro professor em Harvard preso pelo ICE nos EUA

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    O professor de Direito Carlos Portugal Gouvêa, brasileiro de 43 anos, foi preso nessa quarta-feira (3/12) nos Estados Unidos, por ter atirado com uma arma de chumbinho próximo a um templo judaico de Boston em outubro.

    Gouvêa foi preso pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês), teve seu visto revogado e deixará o país de forma voluntária.

    Quem é Carlos Portugal Gouvêa

    Carlos Gouvêa se formou em direito pela Universidade de São Paulo (USP) em 2001, e se tornou doutor pela universade de Harvard em 2008. Em 2011, ele passou a ser professor de Direito na universidade estadunidense.

    Gouvêa lidera o instituto Global Law Institute (IDGlobal), um centro de pesquisa em justiça ambiental e social do Brasil, que realiza pesquisas de alto impacto sobre comunidades indígenas e quilombos. Pela USP, integrou diversas organizações de direitos humanos.

    O professor já prestou consultoria diversas vezes ao governo federal brasileiro, destacando-se o auxílio na elaboração de normas para a Lei de Saneamento de 2020 (Lei nº 14.026/2020), que estabeleceu metas ambiciosas de universalização dos serviços – água potável para 99% dos brasileiros, e coleta/tratamento de esgoto para 90%, até 2033.

    Caso da sinagoga

    • Em 2 de outubro, Carlos foi detido pela polícia norte-americana, e, posteriormente, foi liberado sob fiança.
    • Ele disparou com uma arma de chumbinho próximo ao templo judaico Beth Zion, no dia anterior do Yom Kippur, data sagrada para os judeus.
    • O brasileiro afirmou a autoridades locais que estava caçando ratos.
    • Líderes do templo, Larry Kraus e Benjamin Maron, afirmaram à época que “não há indícios de que o ato tenha sido motivado por antissemitismo”.

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    Nesta semana, Carlos Gouvêa aceitou um acordo judicial, no qual admitiu ter utilizado “rifle de ar”, conhecido como arma de chumbinho. As outras acusações contra ele — de perturbação da paz, conduta desordeira e vandalismo — foram arquivadas. Por ter aceitado o acordo de deixar os Estados Unidos voluntarimente, ele não será deportado.

    A secretaria Tricia McLaughlin, do Departamento de Segurança Interna dos EUA, classificou o episódio como “um ato descarado e violento de antissemitismo”. A sinagoga envolvida no caso, por outro lado, afirmou não ver indícios de motivação antissemita.

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