Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Raio-X da Papuda: presídio tem criminosos de três facções diferentes

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    O Complexo Penitenciário da Papuda abriga, atualmente, 462 detentos que se consideram faccionados. A coluna apurou que, separados por celas, eles atuam dentro do presídio de forma veemente e estruturada, com o objetivo de cooptar custodiados para seus grupos criminosos.

    Até o dia 4 de novembro deste ano, a Papuda abrigava 206 integrantes da facção paulista Primeiro Comando da Capital (PCC), 183 do grupo local Comboio do Cão (CDC) e 73 da facção carioca Comando Vermelho (CV).

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    A estratégia para impedir a expansão na cadeia

    Enquanto grandes capitais brasileiras enfrentam presídios controlados por facções, o DF sustenta um modelo de inteligência policial e de política penitenciária diferente dos demais: a Polícia Penal do DF mantém rivais lado a lado.

    De acordo com o delegado Jorge Teixeira, da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), vinculada ao Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decor) da Polícia Civil do DF (PCDF), a convivência forçada impede que um grupo use o ambiente prisional como campo de recrutamento, uma vez que um faccionado não consegue “cooptar” outro com um rival à espreita.

    “Eles têm uma política de misturar todos. Aqui em Brasília não tem isso de presídio do PCC e outro do CV. Misturam justamente para frear a expansão de uma e de outra”, explica o delegado.

    Megaoperação no DF

    Na última quinta-feira (4/12), a PCDF deflagrou duas operações simultâneas contra a expansão da facção paulista no DF. Foram desencadeadas as operações Concórdia II e Occasus, que miram a reestruturação de células ligadas ao PCC.

    Ao todo, 110 policiais foram mobilizados para cumprir 25 mandados de prisão e 25 mandados de busca e apreensão em diversas regiões administrativas do DF, entre elas Samambaia, Santa Maria, Ceilândia, Planaltina, Recanto das Emas e Núcleo Bandeirante, além de endereços em Valparaíso (GO) e em presídios do Distrito Federal.

    Bilhetes e Yin e Yang

    Durante a ação policial, os investigadores apreenderam diversos bilhetes em posse dos alvos que estão custodiados no Complexo Penitenciário da Papuda.

    Conforme apontado pelo delegado Teixeira de Lima, os presidiários integravam células independentes da facção paulista e, dentro da Papuda, trabalhavam para cooptar novos integrantes, com o objetivo de expandir a atuação do PCC no DF.

    Na casa de um dos alvos, os investigadores se depararam com um Yin e Yang pichado em uma das paredes. Esse símbolo representa a facção paulista.
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    Símbolo do PCC pichado na parede da residência de criminoso

    Material cedido ao Metrópoles

    O desenho estava em uma parede branca da residência, localizada em Valparaíso de Goiás (GO).

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