Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Relatório da Abin alerta para possibilidade de novo 8/1: “Narrativas de ruptura”

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    Agência Brasileira de Inteligência (Abin) publicou, nesta quarta-feira (3/12), um relatório em que aponta os principais desafios para a Inteligência do país em 2026. Entre diversos pontos, a agência afirmou que, caso a confiança pública no processo eleitoral seja quebrada, se abrirá espaço para “narrativas de ruptura e de contestação, inclusive violenta, como as que emergiram após o pleito de 2022 [os atos de 8 de janeiro] e que permanecem latentes”.

    O relatório frisa, ainda que o processo eleitoral de 2026 ocorrerá em “contexto de múltiplas vulnerabilidades, com potencial para impactar a segurança e a integridade da democracia brasileira”.

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    Ainda de acordo o documento, o extremismo pode implicar ameaças concretas, como aquelas que culminaram nos eventos de 8 de janeiro de 2023 e que “permanecem latentes”.

    “A deslegitimação sistêmica das instituições democráticas constitui um dos principais fatores de vulnerabilidade para as eleições de 2026. Trata-se de processo corrosivo, que mina a confiança e a percepção de legitimidade do eleitorado em relação às bases do regime republicano — o Poder Judiciário (com destaque para a Justiça Eleitoral), o Poder Legislativo e a capacidade de o Poder Executivo assegurar direitos e liberdades das pessoas nesse contexto. As instituições passam, assim, a ser percebidas, por parte da população, como parciais e pouco confiáveis, o que compromete sua credibilidade”.

    Ameaças externas

    A Abin alertou, também, para articulações “transnacionais  de movimentos extremistas, que compartilham táticas de manipulação e de propaganda em fóruns e comunidades próprias” afim de desestabilizar o processo eleitoral brasileiro.

    “Atores estatais ou não estatais podem ter altos incentivos para promover ações de desestabilização do processo eleitoral, minando a confiança nas instituições, influenciando resultados e favorecendo interesses geopolíticos e econômicos próprios”, completou o documento.

    A Abin

    A Abin tem como principal atribuição assessorar o presidente da República com informações estratégicas para auxiliar o chefe do Executivo na tomada de decisões. Para isso, analisa questões como segurança das fronteiras, narcotráfico, terrorismo e se vale da tática de operações sigilosas e contraespionagem.

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