Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Senado aprova Dosimetria que beneficia Bolsonaro e presos pelo 8/1

    Por

    O Senado aprovou, nesta quarta-feira (17/12), o projeto de lei da Dosimetria, que reduz penas para pessoas condenadas pelos atos do 8 de Janeiro e para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado por tentativa de golpe de Estado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O projeto agora deverá seguir para a análise do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que deverá vetar o projeto.

    Por 48 votos a favor e 25 contrários, o governo sofreu o segundo revés do dia a respeito da Dosimetria. Mais cedo, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou o parecer do relator Espiridião Amin (PP-SC) por 17 votos a 7. O desfalque se deu depois do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), ter feito um acordo para votar o projeto sem consultar a base nem o Planalto.

    O combinado implicava que a votação do projeto se daria nesta quarta-feira tanto na CCJ quanto no plenário, como havia sido estipulado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Em troca, seria pautado o projeto de lei complementar (PLP) 128/2025, que estabelece cortes em benefícios fiscais, um projeto prioritário para o governo fechar as contas no ano eleitoral de 2026.

    O acordo irritou líderes de partidos como o MDB e PSD, que criticaram os termos e abandonaram a votação na CCJ. O ex-presidente do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL) disse que o acordo é uma “farsa”, enquanto o presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), chegou a reclamar publicamente da ausência de líderes do governo na sessão.

    Sem saber do acordo, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, negou que o Planalto tenha chancelado qualquer acordo envolvendo a Dosimetria. “Quem atentou contra a democracia tem de pagar por seus crimes e, além disso, o projeto aprovado na Câmara beneficia condenados por vários outros crimes”, disse a ministra.

    A base do governo também tentou que o relatório de Amin retornasse à Câmara. O senador catarinenese fez uma única mudança no texto aprovado pelos deputados há uma semana, acolhendo uma emenda de Sérgio Moro (União Brasil-PR), para limitar a dosimetria a crimes cometidos no contexto do 8 de Janeiro. A mudança se deu depois de críticas ao relatório do deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), que poderia abrir brecha para atingir condenados por diversos outros crimes.

    O relator sustentou que se tratava de uma emenda de redação, ou seja, que não alterava o mérito do parecer chancelado pelos deputados e que, assim, poderia ir direto para a sanção presidencial. O presidente da CCJ chegou a determinar que se tratava de uma emenda de mérito, mas foi derrotado pela oposição que manteve se tratar de uma emenda redacional.

    10 imagensFechar modal.1 de 10

    Esperidião Amin é relator do PL da Dosimetria no Senado

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo2 de 10

    O texto aprovado pela CCJ do Senado não retornará à Câmara

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo3 de 10

    Senador Esperidião Amin (PP-SC) e Davi Alcolumbre

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo4 de 10

    No relatório, o senador Esperidião Amin (PP-SC) restringiu os efeitos da proposta de redução de penas especificamente aos envolvidos nos atos antidemocráticos

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo5 de 10

    O texto altera critérios de fixação das penas aplicadas aos condenados pelo 8 de Janeiro e pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo6 de 10

    Senador Esperidião Amin (PP-SC)

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo7 de 10

    Bolsonaro também será beneficiado com dosimetria e pode ter a pena em regime fechado reduzida para até 2 anos e 4 meses

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo8 de 10

    Presidente do Senado, Davi Alcolumbre

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo9 de 10

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou que irá manter a votação do Projeto de Lei (PL) da Dosimetria para esta quarta-feira (17/10)

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo10 de 10

    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (17/12), o Projeto de Lei (PL) da Dosimetria

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

    Derrota para o governo, vitória para Alcolumbre 

    A votação representa uma demonstração de força do presidente do Senado. Antes mesmo da votação na Câmara, Alcolumbre se comprometeu publicamente com a votação e defendeu a “modernização” da legislação que trata de crimes contra instituições democráticas.

    Primeiro, quis que o projeto fosse deliberado direto no plenário, mas o acabou enviando para a CCJ após ser pressionado. Assim, o presidente estipulou uma tramitação de uma semana para a Dosimetria.

    A relação entre Lula e Davi Alcolumbre está tensa desde que o presidente decidiu indicar o advogado-geral da União, Jorge Messias, para o STF, e não Rodrigo Pacheco (PSD-MG), como era pleiteado pelo atual presidente do Senado.

    O acordo feito por Jaques Wagner para viabilizar a votação nesta quarta é vista como um aceno para Alcolumbre, que rompeu com o senador baiano diante da indicação de Messias.

    O que diz o projeto

    O substitutivo do Projeto de Lei (PL) 2.162/2023 estabelece que em condenações por mais de um dos crimes contra Instituições Democráticas listados no Código Penal, deverá permanecer a pena mais severa, não podendo mais ter a cumulatividade de tempo de reclusão.

    Também determina que a pena poderá reduzir em dois terços se forem cometidos em contexto de multidão- desde que o condenado não tenha excercido papel de liderança ou de financiador.

    A Dosimetria estabelece que condenados por crimes contra o Estado Democrático de Direito, mesmo em casos de reincidência, terão direito à progressão de regime se tiverem cumprido ao menos 1/6 da pena.

    Assim, o projeto poderá reduzir, segundo números estipulados na Câmara, a pena em regime fechado de Bolsoanro a cerca de 3 anos. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão.

    Sair da versão mobile