Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Ser ou não ser bolsonarista, eis a questão de Tarcísio e do Centrão

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    Em um Estado historicamente conservador como São Paulo, possivelmente é uma vantagem para Tarcísio de Freitas (Republicanos) apresentar-se como bolsonarista de berço, embora não de ideias radicais. Foi assim, afinal, que ele se elegeu governador em 2022, e poderá se reeleger no próximo ano.

    Fora dali, porém, se candidato a presidente, Tarcísio enfrentará dificuldades. Tanto mais porque Bolsonaro foi condenado e está preso, impedido de participar mesmo que indiretamente de atividades políticas. Desde já, o PL, seu partido, quebra a cabeça para evitar que ele desapareça por completo.

    Tarcísio teme a pecha de traidor caso fosse obrigado a esconder suas estreitas ligações com Bolsonaro. Aprendeu na época em que foi militar que um soldado não abandona o outro ferido ou morto em campo de batalha. Ajuda-o na retirada. Ou ajuda a recolher seu corpo para proporcionar-lhe um enterro digno.

    Não bastasse, Tarcísio faz questão de renovar a promessa de indultar Bolsonaro se um dia como presidente subir a rampa do Palácio do Planalto. Isso lhe será cobrado à exaustão ao longo da campanha por seus adversários, e lhe custará muitos votos país afora. Esse, portanto, é seu principal dilema.

    É também o dilema do Centrão, que gostaria de dar as costas a Bolsonaro, mas não pode, porque depende dos votos dele para derrotar Lula e eleger seus candidatos nos demais Estados. Goste-se ou não, foi Bolsonaro que inventou a direita que hoje bate no peito orgulhosa e se assume como tal. Antes, sentinha vergonha.

    A direita direita terá de pagar algum tipo de pedágio a Bolsonaro. Seria um suicídio político ignorá-lo. Ela sabe. Só não sabe ainda como fará sem ter que arcar com tantos danos.

    A esquerda não deixará que Bolsonaro saia de cena. Para vencer ou não se dar tão mal, ela também precisa dele algemado a uma tornozeleira. A Inteligência Artificial se encarregará do resto.

     

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