Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Tarcísio propõe à Alesp mudanças das regras para professores. Entenda

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    Um projeto de lei enviado à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), na última terça-feira (02/12), pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), propõe mudanças significativas nas regras de progressão, remoção e avaliação de professores, coordenadores e diretores de escolas públicas estaduais. O texto faz parte da reestruturação liderada pelo secretário da Educação, Renato Feder, e, segundo o governo, busca criar um sistema mais alinhado às diretrizes atuais da pasta.

    Entre as mudanças previstas, o projeto altera regras sobre faltas, define novos parâmetros para progressão anual e cria a possibilidade de remoção de ofício caso o desempenho do docente seja considerado insatisfatório, ponto que gerou preocupação entre os profissionais da rede.

    As promoções e bonificações, segundo o texto, dependerão de avaliações teóricas, práticas ou de desempenho, com critérios que serão definidos posteriormente por decreto. O objetivo, de acordo com o governo, é tornar o processo mais técnico e previsível, reduzindo brechas subjetivas e aproximando a carreira de metas educacionais mensuráveis.

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    A proposta, no entanto, gerou forte reação do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), que classificou o projeto como uma tentativa de “desmontar a escola pública”.

    O sindicato alerta para o risco de precarização das condições de trabalho e critica a possibilidade de remoção compulsória baseada em avaliações de desempenho cujos critérios ainda não foram detalhados. Contra o projeto, a Apeoesp convocou uma manifestação no dia 17 de dezembro, às 16h, na Praça da República, centro de São Paulo.

    O projeto também reforça a progressão anual vinculada à avaliação de desempenho de forma uniforme para professores, gestores escolares e profissionais de suporte pedagógico. Segundo o governo estadual, a medida garante padronização entre as carreiras e maior controle sobre o impacto financeiro das movimentações.

    O Metrópoles entrou em contato com a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc), mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestações.

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