Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    TCU decide alertar governo sobre o risco de seguir piso da meta fiscal

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    O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu, nesta quarta-feira (3/12), que vai avisar ao governo federal sobre os riscos de focar o desempenho das contas públicas no piso inferior e não no centro da meta fiscal.

    No entendimento da Corte, a equipe econômica deve priorizar o centro da meta e não apenas cumprir qualquer resultado dentro da banda de tolerância prevista na lei, exigência que, na prática, obrigaria o Ministério da Fazenda a trabalhar para entregar o superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) no próximo ano – cerca de R$ 31 bilhões.

    A questão seria discutida nessa terça entre os ministros do tribunal, mas o TCU afirmou que a discussão perdeu o sentido, tendo em vista que o tema já foi tratado no Congresso Nacional.

    No entanto, a Corte afirma que vai fazer o alerta ao governo sobre os riscos à sustentabilidade da dívida pública e à credibilidade da política fiscal.

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    Entenda o contexto

    Em setembro, o TCU já havia feito o alerta ao governo, mas, por considerar que a execução do orçamento de 2025 já estava em andamento, a equipe econômica considerou que a situação causaria um bloqueio de R$ 30 bilhões e impactaria diretamente no funcionamento da máquina pública.

    À época, a orientação do TCU repercutiu imediatamente dentro da equipe econômica, já que o arcabouço fiscal permite que o resultado fique em -0,25% e 0,25% do PIB em 2025, e 0% e 0,5% do PIB em 2026.

    Segundo a Fazenda, o cumprimento das bandas de tolerância são suficientes para atender a legislação, mesmo com um déficit de aproximadamente R$ 31 bilhões, correspondente ao limite inferior de 2025.

    A Corte de Contas discordou. Para o tribunal, mirar apenas o piso da banda criaria uma “folga artificial” e diminuiria a efetividade do arcabouço fiscal. Integrantes do TCU argumentam que, se a meta passa a ser qualquer número dentro da banda, ela deixa de funcionar como âncora e dificulta o controle do gasto público.

    A leitura é que o objetivo deve ser o centro, e a banda seria apenas um instrumento de tolerância para choques inesperados, e não um espaço automático de acomodação.

    A disputa levou o tribunal a rever a própria decisão. Em meados de outubro, o relator no TCU suspendeu a determinação que obrigava o governo a perseguir o centro da meta em 2025. A suspensão deu alívio à equipe econômica e reduziu a pressão por cortes imediatos.

    Ainda assim, ministros da Corte mantiveram um discurso firme de que “zero é zero” e que o governo precisa se comprometer de forma mais explícita com o equilíbrio fiscal.

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