Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    TCU vê indícios de precipitação em liquidação do Master e dá 72h para BC se explicar

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    O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Jhonatan de Jesus determinou, na noite desta quinta-feira (18/12), que o Banco Central (BC) se manifeste, em até 72 duas horas, sobre supostos indícios de precipitação na liquidação do Banco Master, do empresário Daniel Vorcaro.

    No despacho, obtido pelo Metrópoles, Jhonatan de Jesus aponta uma série de iniciativas do órgão regulador que podem indicar irregularidades na condução do processo de liquidação do Master. Além disso, o ministro chega a se manifestar sobre hipótese de omissão do Banco Central.

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    Daniel Vorcaro é CEO do Banco Master

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    Daniel Vorcaro, dono do Banco Master

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    Daniel Vorcaro, dono do Banco Master

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    Daniel Vorcaro, dono do Banco Master

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    Daniel Vorcaro, dono do Banco Master

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    Ainda na decisão, Jhonatan de Jesus já considera a possibilidade de expedir medidas cautelares contra o BC. Entre elas, o ministro cogita determinar que o Banco Central se abstenha de autorizar ou praticar atos que importem alienação, oneração, transferência ou desmobilização de bens de capital essenciais à preservação do valor da massa liquidanda e de outros ativos relevantes do Banco Master.

    “Em juízo preliminar, tais elementos sugerem hipótese de que a atuação da autarquia pode ter se caracterizado, de um lado, por demora relevante na condução e no equacionamento de alternativas de mercado e, de outro, por precipitação na adoção da medida extrema de liquidação, em contrariedade ao dever legal de considerar, de modo motivado, soluções alternativas e menos gravosas para o sistema financeiro, na forma do art. 5º da Lei 9.447/1997”, disparou o ministro do TCU.

    Na decisão, o ministro elencou cinco pontos sobre os quais o Banco Central deve apresentar explicações, em até três dias:

    1. Fundamentação e motivação da decretação da liquidação extrajudicial;
    2. Se e como foram avaliadas alternativas de resolução menos gravosas;
    3. Histórico e linha do tempo das tratativas institucionais relacionadas a alternativas de mercado;
    4. Se houve manifestações divergentes ou ressalvas relevantes entre áreas técnicas internas e de que modo foram processadas e superadas;
    5. Forma adequada para disponibilização ao TCU de peças essenciais eventualmente protegidas por sigilo legal.

    Veja a íntegra do documento obtido pelo Metrópoles:

    Despacho do ministro do TCU, Jhonatan de Jesus, sobre liquidação do Master by Tacio Lorran Silva

    A liquidação extrajudicial do Banco Master completou um mês nesta quinta-feira. A medida foi tomada pelo Banco Central em razão da “grave crise de liquidez do Master e pelo comprometimento significativo da sua situação econômico-financeira, bem como por graves violações às normas que regem a atividade das instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional”.

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