Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Trump alfineta Zelensky sobre negociações: “Não tem cartas na manga”

    Por

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (3/12) que o líder ucraniano Volodymyr Zelensky deveria ter buscado uma solução para o conflito com a Rússia mais cedo, alertando que a situação atual se voltou amplamente contra Kiev.

    “Eu disse ‘vocês não têm cartas na manga’”, declarou Trump a repórteres na Casa Branca, referindo-se ao encontro que teve com ucraniano. “Aquele era o momento de negociar. Achei que teria sido um momento muito melhor para negociar… Eles têm muitas coisas contra eles agora”, acrescentou.

    Na ocasião, em fevereiro, Trump ressaltou que Washington poderia retirar seu apoio caso a Ucrânia não buscasse um acordo, enfatizando que o país não tinha poder de barganha no conflito. Durante o encontro, os líderes protagonizaram um grande bate-boca, na Casa Branca, enquanto enfrentavam grandes divergências.

    4 imagensFechar modal.1 de 4

    Trump e Zelensky

    Andrew Harnik/Getty Images2 de 4

    Presidentes Donald Trump (EUA) e Volodymyr Zelensky (Ucrânia)

    Andrew Harnik/Getty Images3 de 4

    Zelensky e Trump discutem na Casa Branca

    Andrew Harnik/Getty Images4 de 4

    Encontro de Trump e Zelensky

    Photo by Chip Somodevilla/Getty Images

     

    Leia também

    Zelensky aponta avanços

    Apesar das críticas do republicano, Zelensky afirmou que as negociações seguem avançando. Em pronunciamento nesta quarta, o líder ucraniano destacou que sua equipe aguarda novas reuniões com enviados do presidente americano em Washington, além de participar de encontros em Bruxelas, incluindo o Conselho Ucrânia-Otan, e reuniões com equipes de segurança de líderes europeus.

    “Estamos preparando reuniões nos Estados Unidos — após o retorno da equipe americana de Moscou e na sequência das consultas pertinentes em Washington — Rustem Umerov, Andrii Hnatov, juntamente com o restante da equipe de negociação, continuarão as discussões com os enviados do presidente Trump”, disse.

    O presidente ucraniano destacou ainda que a Ucrânia tem se mostrado “totalmente construtiva” e ágil na colaboração com parceiros internacionais, incluindo os Estados Unidos, e espera retornos sobre as tratativas em breve, seja de forma presencial ou por telefone.

    No plano internacional, o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, reafirmou, ainda nesta quarta-feira, que a aliança continuará a investir bilhões em armas para a Ucrânia em 2025, reforçando o apoio militar e político de Europa e Estados Unidos ao país.

    Enquanto a diplomacia avança, o conflito no território permanece ativo. Moscou anunciou ter assumido o controle das cidades estratégicas de Pokrovsk e Vovchansk, no leste ucraniano, versão contestada por Kiev, que acusa a Rússia de exagerar ganhos militares.

    Segundo o Kremlin, ainda não há acordo formal e não está prevista reunião direta entre Vladimir Putin e Donald Trump, com os próximos passos dependendo do progresso das tratativas técnicas entre as equipes.

    Sair da versão mobile