Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Aniversário da capital SP é comemorado com tradicional bolo do Bixiga

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    O aniversário da cidade de São Paulo foi celebrado neste domingo (25) com um parabéns em ritmo de samba e que atraiu muita gente ao Bixiga, bairro tradicional do centro da capital paulista. Não faltou a distribuição de bolo, tradição que foi iniciada em 1986 por Armando Puglisi, o Armandinho do Bixiga, ilustre morador do bairro.

    Após a morte de Armandinho, em dezembro de 1994, essa tradição acabou sendo organizada por Walter Taverna, dono da cantina da Conchetta, que comandou a festa até sua morte, em 2022. Agora, o evento passou para as mãos da neta, Thais Taverna.

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    “Essa é uma tradição que passou de amigo para avô e depois para neta, e [continuará] para mãe, para os bisnetos e para toda a comunidade”, disse Thais Taverna, em entrevista à Agência Brasil.

    Nas primeiras edições do evento, o bolo chegou a atingir 1,5 km de comprimento e, pela dimensão, entrou para Guinness Book, o livro dos recordes, como o maior bolo de aniversário do mundo. A ideia era que o bolo crescesse um metro a cada ano, acompanhando a idade da capital. Mas hoje em dia, o evento reúne uma variedade de bolos trazidos por moradores e comerciantes locais.




     Bolo de aniversário em comemoração aos 472 anos de São Paulo – Paulo Pinto/Agência Brasil

    “Esse evento faz a gente lembrar da importância de cuidar da nossa história”, destacou a organizadora.

    “ Esse evento congrega, agrega e abraça toda a comunidade do bairro. Então, são os comerciantes, são os moradores, são as pessoas que trabalham no bairro, as associações culturais e sociais, que participam do evento”, completou.

    Antigamente o bolo ficava à disposição da população, que chegava à festa com potes e baldes para levá-lo para casa. Agora, eles são cortados em fatias e entregues à população por voluntários.

    “A tradição começou com Armandinho pedindo para as mamas trazerem o bolo aqui para o meio da Rua Rui Barbosa para comemorar o aniversário da cidade. Essa festa teve vários formatos. O meu avô pegou e transformou ela numa dimensão muito gigantesca, feita com cozinha industrial. Agora, a gente está resgatando essa história com a comunidade, pedindo de porta em porta para trazerem um bolo para a gente comemorar o aniversário. E sempre temos a intenção de bater a meta de fazer a quantidade de bolos relacionada à quantidade de anos da cidade”, explicou.




    Voluntários distribuem o bolo de aniversário aos visitantes – Paulo Pinto/Agência Brasil

    O Bixiga, destaca Thais, é um bairro muito antigo e também muito diverso, que ajudou a construir a história da cidade. “A gente define esse bairro assim, de muitas formas, mas o Armandinho tinha uma frase muito bonita em que dizia que ‘o Bixiga é um estado de espírito’. Quando você vem para esse bairro você vê as pessoas se cumprimentando na rua, se olhando no olho, com as atividades culturais acontecendo nas ruas – e isso dentro de uma megalópole como São Paulo”, relata. “São poucos lugares em São Paulo em que você encontra ainda essa relação humana nas ruas”, destaca.

    “A gente não pode esquecer que esse bairro também é um berço da cultura: o berço da cultura do samba, dos teatros, da música e das artes. Temos aqui a história da imigração italiana e também a história do quilombo do Saracura. Ele faz parte da formação histórica da cidade de São Paulo”, ressaltou.

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