Entre os nomes priorizados para a disputa está o do ex-reitor da Universidade Federal do Acre (Ufac) e atual diretor-presidente da Fundação Elias Mansour (FEM), Minoru Kinpara. Nos bastidores, ele é apontado como um dos quadros estratégicos para compor a chapa que buscará representação na Câmara dos Deputados.
Com trajetória consolidada na gestão pública e no meio acadêmico, Kinpara é visto como um nome de perfil técnico, com experiência administrativa e capacidade de diálogo. Aliados ressaltam ainda a lealdade política como um dos diferenciais do gestor, característica considerada fundamental no contexto das articulações partidárias em curso.
A estratégia em construção prevê o fortalecimento do MDB por meio da migração de pré-candidatos de outras siglas, ampliando a densidade eleitoral da legenda. Nomes como Pedro Longo e Ney Amorim também são citados nas articulações, compondo o desenho de uma chapa competitiva para a disputa proporcional.
A meta do grupo político é eleger os oito representantes que compõem a bancada acreana na Câmara Federal, garantindo base sólida em Brasília e sustentação ao projeto majoritário no Estado.
As definições devem avançar nos próximos meses, à medida que as alianças forem oficializadas e o cenário eleitoral se consolidar.