Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Chanceleres de Brasil e EUA conversam sobre comércio e segurança

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    O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, conversou neste sábado (31), por telefone, com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. Segundo nota do Itamaraty, os dois falaram sobre comércio exterior e a cooperação na área de segurança.

    Sem entrar em detalhes, o Itamaraty informou ainda que os dois chanceleres trataram de detalhes sobre a visita a Washington, em março, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anunciada na semana passada. A data ainda não foi divulgada.

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    O contato direto entre chanceleres ocorre também na esteira do desconforto causado pelo chamado Conselho da Paz, colegiado idealizado, criado e presidido pelo presidente estadunidense para gerir o futuro da Faixa de Gaza e outros territórios.

    Ao mesmo tempo em que busca uma aproximação com Trump, sobretudo no que diz respeito ao comércio bilateral e mundial, Lula tem sustentado a posição histórica do Brasil de defender a Organização das Nações Unidas (ONU) como principal órgão de política multilateral.

    Lula foi um dos líderes convidados a ocupar um assento no conselho, mas ainda não respondeu ao convite. Na semana passada, em evento em Salvador, ele chegou a criticar a proposta de criação do Conselho da Paz.

    A ligação entre chanceleres ocorre também pouco depois de Lula e Trump terem conversado por telefone, na última segunda-feira (26). Segundo o Palácio do Planalto, o presidente defendeu uma reforma no Conselho de Segurança da ONU, pauta histórica do Brasil.

    Outro assunto debatido pelos mandatários foi a Venezuela. De acordo com o divulgado pelo Planalto, Lula expressou a Trump a necessidade de se manter a paz na região. Os dois também desejam avançar na cooperação no combate ao crime organizado transnacional.

    O Brasil tem colocado na mesa a necessidade de avançar no congelamento de ativos das organizações criminosas e no intercâmbio maior de informações financeiras entre os países.

    A segurança na região é um tema caro a Trump, sobretudo o combate ao narcotráfico. Desde que entrou no poder, o presidente norte-americano aumentou significativamente a presença militar na região, o que culminou com o sequestro, em 3 de janeiro, do então presidente venezuelano, Nicolás Maduro, por tropas dos EUA.

    Tarifaço

    Apesar de outros temas terem ganhado maior notoriedade nas últimas semanas, o principal pano de fundo do encontro entre Lula e Trump continua a ser a taxação de produtos brasileiros imposta pela Casa Branca.

    Em agosto do ano passado, por ordem de Trump, o governo dos EUA impôs uma taxação de 50% sobre todos os produtos brasileiros, com exceção de cerca de 700 itens.

    Após encontros entre Lula e Trump em eventos internacionais, o tarifaço sobre mais 238 produtos brasileiros foi derrubado, mas outros seguem com taxação extra em relação ao que pagavam antes. Desde então, continuam sendo taxados produtos como máquinas, móveis e calçados 

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