Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

UFRGS adota manual com orientações para comunicação antirracista

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A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) anunciou a ampliação da política interna de equidade racial. A instituição seguirá as diretrizes de comunicação presentes no Manual de Boas Práticas Antirracistas na Comunicação Digital, elaborado pela Rede Jornalistas Pretos em conjunto com o Instituto Peregum.

O documento reúne orientações para combater estereótipos, desinformação e discursos discriminatórios no ambiente digital. Segundo a UFRGS, a iniciativa busca ampliar a presença, o protagonismo e a voz da população negra nos meios de comunicação da universidade.

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O processo envolveu jornalistas e estudantes de Jornalismo negros do Rio Grande do Sul e contou com apoio do Sindicato de Jornalistas Profissionais do estado (SindJoRS), da Associação Rio-Grandense de Imprensa (ARI) e do curso de Jornalismo da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (Fabico/UFRGS).

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Entre os princípios adotados pela universidade estão:

  • a seleção de bancos de imagens que não reforcem visões eurocentradas;
  • a consulta a coletivos e especialistas para qualificar abordagens;
  • a garantia de protagonismo às pessoas negras;
  • o respeito à autoidentificação racial, de gênero e etnia.

>> Confira o manual completo de boas práticas antirracistas

As diretrizes também orientam a evitar estereótipos, sobretudo em coberturas policiais, o uso responsável e contextualizado de imagens sensíveis, a análise crítica do que é visibilizado ou invisibilizado nas fotografias, e a promoção de diversidade real nas representações.

Outro ponto central é a ampliação do banco de fontes sugeridas para entrevistas, com a inclusão de especialistas negros, indígenas e de outros grupos minorizados. O objetivo é evitar a repetição sistemática de referências exclusivamente brancas.

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