A Polícia Civil de São Paulo ainda não teve acesso ao celular do tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos, 39, que foi baleado no fim do mês passado enquanto estava parado em um semáforo, no município de São Caetano do Sul, em São Paulo. O agente da Polícia Militar (PM) continua internado na UTI e iniciou nesta segunda-feira (6/7) o protocolo para a redução gradual da sedação, no Hospital Estadual Mário Covas, na região de Santo André, no ABC.
Fontes policiais ouvidas pelo Metrópoles afirmaram que o aparelho celular do tenente Pimentel não foi encontrado e nem entregue aos investigadores.
As imagens de câmeras de segurança do momento do ataque mostram que o garupa aponta a arma para a cabeça do oficial e atira à queima-roupa. Eles fogem em seguida, sem levar qualquer pertence do policial ou simular assalto.
As autoridades não deram detalhes sobre as possíveis motivações do crime e disseram que nenhuma hipótese foi descartada. Segundo a investigação, o ataque foi premeditado. Outras câmeras de segurança flagraram os suspeitos acompanhando a movimentação do tenente Pimentel pouco antes do crime.
Além disso, a Polícia Civil ainda não conseguiu identificar o tipo de arma que foi utilizada no atentado, já que a bala ainda está alojada no crânio do oficial.
Desde então, os policiais da Rota receberam denúncias cntra ao menos seis suspeitos de terem participado do atentado no último dia 27. Fontes policiais ouvidas pelo Metrópoles relatam que em nenhum dos casos foi comprovado o envolvimento com o atentado. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os casos são investigados por meio de inquérito policial na Polícia Civil e por meio de Inquérito Policial Militar na PM.
Recompensa de R$ 50 mil
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) anunciou no domingo (5/7) uma recompensa de R$ 50 mil por quem passar informações que levem ao paradeiro de Hércules da Costa Siqueira, o Golias, apontado como o principal suspeito de atirar contra Ronickson Pimentel dos Santos, tenente das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), tropa de elite da PM paulista. Ele foi baleado na cabeça em São Caetano do Sul no sábado retrasado (27/6). A polícia acredita que ele ainda esteja em território brasileiro.















