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Depois de quatro anos de tratamentos, abortos espontâneos e diagnóstico que dificultava gravidez, mulher vê a própria mãe assumir gestação aos 51 anos e dar à luz sua neta nos Estados Unidos
Escrito por Viviane Alves
Publicado em 24/08/2026 às 15:23
Atualizado em 24/08/2026 às 15:24
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Julie Loving decidiu carregar o bebê da própria filha depois que Breanna Lockwood enfrentou anos de tratamentos de fertilidade, perdas gestacionais e dificuldades para engravidar
Uma história familiar incomum ganhou repercussão nos Estados Unidos depois que uma avó se tornou gestante de substituição da própria filha.
Aos 51 anos, Julie Loving carregou Briar Juliette Lockwood, filha biológica de Breanna Lockwood e Aaron Lockwood.
A menina nasceu saudável em 2 de novembro de 2020, após uma cesariana de emergência.
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O nascimento marcou o fim de uma longa jornada envolvendo tratamentos de fertilidade, perdas gestacionais e diferentes tentativas para formar uma família.
Quatro anos de tratamentos antecederam a gravidez
Breanna sempre desejou ser mãe, porém enfrentou cerca de quatro anos de tratamentos de fertilidade ao lado do marido.
Durante esse período, o casal passou por uma gravidez ectópica, quatro transferências de embriões sem sucesso e três abortos espontâneos.
Uma das perdas ocorreu durante uma gestação de gêmeos.
Breanna recebeu posteriormente o diagnóstico de síndrome de Asherman, condição caracterizada pela formação de tecido cicatricial dentro do útero.
Esse quadro pode dificultar uma gravidez e reduziu ainda mais as alternativas disponíveis para o casal.
A possibilidade de recorrer a uma gestante de substituição passou, então, a fazer parte dos planos da família.
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Viviane Alves
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Avó se ofereceu para carregar a própria neta
Julie acompanhou de perto toda a trajetória enfrentada pela filha.
A proposta ganhou forma em 2019, quando ela decidiu se oferecer para carregar o bebê de Breanna.
A ideia inicialmente causou dúvidas, principalmente porque Julie já tinha 51 anos.
Exames e avaliações médicas foram realizados para verificar se ela apresentava condições para seguir com a gestação.
Os resultados permitiram que o processo avançasse.
A família recebeu, em 25 de fevereiro de 2020, a confirmação de que a transferência do embrião havia funcionado.
Julie estava grávida da própria neta.
Gravidez ocorreu durante a pandemia
A gestação aconteceu durante a pandemia de Covid-19, aumentando os cuidados adotados pela família.
Julie se afastou do trabalho e permaneceu boa parte desse período em casa.
Breanna acompanhou toda a gravidez com ansiedade devido ao histórico de perdas.
A história também começou a ganhar grande repercussão depois que detalhes da gestação foram compartilhados nas redes sociais.
Milhares de pessoas passaram a acompanhar a trajetória da família.
Briar nasceu em novembro de 2020
Julie entrou em trabalho de parto durante o terceiro trimestre.
Alterações observadas nos batimentos cardíacos do bebê levaram os médicos a optar por uma cesariana de emergência.
Briar nasceu em 2 de novembro de 2020, saudável.
Julie passou, dessa forma, a ocupar uma posição singular dentro da própria família.
Ela era mãe de Breanna, avó de Briar e também havia sido responsável por carregar a menina durante a gestação.
Cinco anos depois, menina conhece sua história
Briar chegou aos 5 anos conhecendo a forma como nasceu.
A participação da própria avó durante a gravidez sempre foi tratada como parte natural de sua história familiar.
Breanna e Aaron também aumentaram a família posteriormente.
Em setembro de 2024, o casal recebeu Brynn, depois de enfrentar novas tentativas e perdas gestacionais.
Antes do nascimento, três abortos espontâneos ocorreram durante tentativas com outra gestante de substituição.
Breanna também sofreu outra perda antes de voltar ao tratamento.
Dessa vez, Breanna conseguiu engravidar e deu à luz Brynn em 2024.
Relação entre avó e neta permanece especial
Julie afirma amar todas as netas, porém reconhece que a ligação com Briar possui uma característica particular.
A menina foi carregada pela própria avó antes de nascer, transformando a gestação em parte permanente da história das duas.
Briar também representa a conclusão de uma trajetória marcada por anos de tratamentos e perdas enfrentadas por sua mãe.
Aos 5 anos, ela já entende como nasceu e conhece o papel desempenhado pela avó nessa história.
O que você acha dessa decisão de uma mãe que, aos 51 anos, decidiu carregar a própria neta para ajudar a filha a realizar o sonho de formar uma família?
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Viviane Alves.

