O senador Marcio Bittar (PL), candidato à reeleição, participou neste sábado (22) do evento de lançamento da campanha de reeleição do deputado estadual Fagner Calegário (União Brasil), na Maison Borges, em Rio Branco.
Durante a chegada ao evento, Bittar destacou a parceria com Jebert Nascimento, indicado por Calegário para ocupar a primeira suplência em sua chapa ao Senado. O senador afirmou que a parceria superou suas expectativas e disse que hoje faria a indicação de Jebert por conta própria.
“Essa parceria com o Jebert, que agora é o meu primeiro suplente, é muito melhor do que eu podia imaginar. Eu confesso, por dever de honestidade, que ele foi a indicação de um amigo meu. Mas hoje, eu próprio o indicaria”, afirmou.
Bittar também ressaltou a atuação de Jebert junto aos trabalhadores terceirizados e afirmou que ele representa uma parcela expressiva da categoria no Acre.
“Eu me sinto mais protegido, amparado, porque eu sei que ele lidera um grupo muito grande de pessoas que não são apenas funcionários das empresas que ele dirige, que ele administra. Não, ele também representa para milhares de terceirizados um lutador pelos direitos deles”, declarou.
O senador afirmou que pretende trabalhar no Congresso Nacional para aperfeiçoar a legislação federal e ampliar a proteção aos trabalhadores terceirizados.
“Eles lutam, por exemplo, para conseguir auxílio de saúde. Nós vamos trabalhar agora para melhorar a legislação federal, para dar uma proteção aos terceirizados. Então é um assunto importante, veio para ficar”, disse.
Bittar ainda criticou a postura da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em relação à terceirização e defendeu regras que, segundo ele, protejam o setor da interferência política.
“Para você ter uma ideia, a CUT, por exemplo, quando no Congresso Nacional, ela se coloca contra o terceirizado. No entanto, quem administra o prédio da CUT é uma terceirizada. Então isso é um setor importante, ele só vai ser ampliado no Brasil e ele precisa ser protegido por uma legislação que blinde da influência de prefeitos, governadores e até do presidente da República”, afirmou.
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