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Manuela Dias, autora de Vale Tudo, passou cerca de 20 anos sonhando com um projeto no campo e hoje mantém uma fazenda na serra do Rio com 13 funcionários, produção de alimentos orgânicos, ovos, PANCs e até um minhocário que transforma restos de comida em adubo
Escrito por Carla Teles
Publicado em 14/08/2026 às 17:24
Atualizado em 14/08/2026 às 17:25
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Autora de Vale Tudo, Manuela Dias mantém a Fazenda Candeias do Vale, em São José do Vale do Rio Preto, onde equipe de 13 funcionários participa da produção de frutas, legumes, verduras, ovos e PANCs, enquanto um minhocário reaproveita restos de alimentos para produzir adubo e sustentar o cultivo orgânico.
Manuela Dias construiu sua trajetória profissional diante das câmeras apenas indiretamente, como roteirista e autora de produções televisivas, mas há cerca de duas décadas cultivava um projeto situado longe desse ambiente. O desejo era manter um empreendimento no campo, ideia que acabou ganhando forma na Fazenda Candeias do Vale, em São José do Vale do Rio Preto, na Região Serrana do Rio de Janeiro. Na propriedade, a autora de Vale Tudo mantém uma estrutura voltada à produção de alimentos orgânicos, com frutas, legumes, verduras, ovos, PANCs e até um sistema que aproveita resíduos de alimentos para produzir adubo. A rotina rural envolve ainda uma equipe formada por 13 funcionários.
Manuela Dias se dedica à Fazenda Candeias do Vale há mais de cinco anos, embora o desejo de manter um projeto desse tipo já existisse havia cerca de 20 anos. A propriedade reúne produção agrícola diversificada e um minhocário que utiliza restos de alimentos no processo de obtenção de adubo, formando um cenário bastante diferente daquele pelo qual a autora se tornou conhecida na dramaturgia brasileira.
Manuela Dias levou cerca de 20 anos para transformar o projeto no campo em realidade
Antes de a Fazenda Candeias do Vale fazer parte de sua rotina, o projeto existiu durante anos como uma ideia cultivada pela autora. Manuela Dias alimentava havia aproximadamente duas décadas o sonho de manter um empreendimento com essas características. A concretização, entretanto, veio muito depois. A fonte informa que ela já estava dedicada à propriedade havia mais de cinco anos quando os detalhes sobre o local foram divulgados. O intervalo entre o desejo inicial e a realização ajuda a mostrar que a fazenda não surgiu como uma decisão repentina, mas como um projeto amadurecido ao longo do tempo.
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A propriedade fica em São José do Vale do Rio Preto, município da Região Serrana fluminense, e recebeu o nome de Fazenda Candeias do Vale. O material disponibilizado não informa a área total da fazenda, seu valor de mercado ou detalhes sobre a aquisição do imóvel, por isso esses dados não podem ser estabelecidos com segurança. O que está documentado é sua finalidade produtiva e a estrutura mantida no local. Manuela Dias encontrou no campo um espaço onde uma ideia antiga passou a envolver produção de alimentos, gestão de equipe e cuidados permanentes com o cultivo, paralelamente à carreira desenvolvida na televisão.
Fazenda Candeias do Vale mantém 13 funcionários e uma produção diversificada
A operação da propriedade envolve uma equipe de 13 funcionários, segundo as informações divulgadas pelo Notícias da TV e reproduzidas pela CARAS. O grupo participa de uma rotina ligada à produção de diferentes alimentos, em um sistema descrito pela fonte como orgânico. Não se trata apenas de uma horta com poucos produtos: a relação apresentada inclui frutas, hortaliças, legumes e outros itens cultivados ou produzidos na fazenda. A variedade mostra que o projeto rural de Manuela Dias possui uma estrutura permanente e uma produção que reúne diferentes grupos de alimentos dentro da mesma propriedade.
Entre os produtos mencionados estão abobrinha, ameixa, maxixe, couve, alface, banana, tomate e cenoura. A produção inclui ainda ovos, ora-pro-nóbis e funcho, entre outros itens. A ora-pro-nóbis integra o grupo das chamadas PANCs, sigla usada para plantas alimentícias não convencionais, que também aparecem na descrição da produção da fazenda. A fonte não informa quantidades colhidas, volume de ovos produzido, receita obtida ou destino comercial dos alimentos. Por isso, é possível afirmar que existe uma produção diversificada, mas não medir sua escala econômica a partir das informações disponibilizadas.
Minhocário transforma restos de alimentos em adubo dentro da propriedade
Entre os elementos que mais diferenciam a estrutura rural está o minhocário mantido na Fazenda Candeias do Vale. Conforme a reportagem, o sistema utiliza minhocas para transformar restos de alimentos em adubo, permitindo que parte dos resíduos orgânicos seja reaproveitada dentro do próprio processo de cultivo. Em vez de simplesmente descartar essas sobras, a estrutura possibilita que o material retorne ao ciclo produtivo na forma de adubo utilizado na propriedade. O minhocário aparece, assim, integrado à proposta de produção orgânica descrita pelas fontes.
A reportagem não detalha o tamanho do sistema, a quantidade de resíduos processados nem o volume de adubo produzido, portanto não há base para estimar sua capacidade. Ainda assim, sua presença ajuda a compreender como o projeto rural foi estruturado. Ao lado dos cultivos de frutas, verduras, legumes e PANCs, o reaproveitamento dos restos de alimentos cria outra etapa dentro da rotina da fazenda. O resultado é uma propriedade em que produção e aproveitamento de resíduos aparecem conectados, sem que seja necessário atribuir ao sistema dimensões ou resultados que a fonte não informou.
Região Serrana do Rio virou cenário do projeto idealizado pela autora
A Fazenda Candeias do Vale está localizada em São José do Vale do Rio Preto, na Região Serrana do Rio de Janeiro. A escolha coloca o projeto de Manuela Dias em um município de perfil rural, cercado por áreas verdes e marcado pela presença de propriedades agrícolas. Segundo a reportagem fornecida, a cidade fica a aproximadamente 130 quilômetros da capital fluminense. É nesse ambiente distante da rotina dos estúdios que a autora passou a manter o empreendimento imaginado durante cerca de 20 anos.
A fonte destaca ainda as características rurais do município e sua ligação com a produção de alimentos. Apesar desse contexto, não há dados apresentados que permitam atribuir condições específicas do clima ou do solo diretamente ao desempenho da Fazenda Candeias do Vale. O ponto central é geográfico: o projeto está instalado em uma região serrana conhecida pela paisagem de montanhas, vales e propriedades rurais, cenário que acompanha a rotina agrícola descrita na propriedade de Manuela Dias.
Do roteiro de Vale Tudo à rotina entre plantações, ovos e PANCs
Manuela Dias construiu sua carreira principalmente na dramaturgia. Nascida na Bahia em 1977, segundo a reportagem, iniciou sua trajetória como autora de teatro aos 19 anos e depois passou para a televisão. Na Globo, trabalhou como pesquisadora e colaboradora antes de assumir projetos de maior projeção. Entre seus trabalhos estão Justiça, de 2016, e Amor de Mãe, exibida entre 2019 e 2021. Em 2025, Manuela Dias assinou como autora principal a nova versão de Vale Tudo, baseada na obra originalmente criada por Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères.
A presença da fazenda acrescenta uma dimensão diferente a essa trajetória profissional. Enquanto a carreira da autora está associada a roteiros, novelas e produções audiovisuais, a Fazenda Candeias do Vale reúne 13 funcionários, cultivos orgânicos, ovos, PANCs e um minhocário que reaproveita restos de alimentos. O contraste está justamente entre dois ambientes que fazem parte da mesma trajetória: a dramaturgia que projetou seu nome nacionalmente e um projeto rural sonhado por cerca de duas décadas antes de se tornar realidade. E você, o que mais chamou sua atenção na fazenda de Manuela Dias: a diversidade da produção, o minhocário ou o fato de o projeto ter sido sonhado por cerca de 20 anos? Deixe sua opinião nos comentários.
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

