O patrimônio declarado pelo ex-governador e pré-candidato ao Senado Jorge Viana (PT) à Justiça Eleitoral saltou de R$ 2,32 milhões, em 2010, para R$ 5,57 milhões no registro de sua candidatura para as Eleições 2026. A variação representa um avanço nominal de aproximadamente 139% no período, o que corresponde a um acréscimo de R$ 3,24 milhões na soma dos bens informados à plataforma Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais (DivulgaCandContas) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A série histórica pública disponibilizada pelo TSE não apresenta registros patrimoniais do candidato anteriores ao pleito de 2010, apesar de sua atuação política ter iniciado na década de 1990, quando foi eleito prefeito de Rio Branco em 1992 e, posteriormente, governou o estado por dois mandatos consecutivos (1999–2006).
Trajetória Patrimonial Declarada ao TSE
Os dados apresentados em cada disputa eleitoral detalham a evolução e alteração da composição de seus ativos ao longo dos anos:
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2010 (Senado): Declarou R$ 2.326.331,38. O principal montante pertencia a aplicações financeiras (R$ 676,4 mil), além de uma casa de R$ 330 mil, terrenos em Rio Branco e Cruzeiro do Sul, sala comercial em Brasília e participações empresariais.
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2018 (Senado): Informou R$ 3.719.188,11 — uma alta de cerca de 60% em relação a 2010. O maior bem registrado passou a ser um apartamento avaliado em R$ 1,21 milhão.
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2022 (Governo do Estado): Registrou R$ 3.663.896,66, apresentando uma leve oscilação negativa de R$ 55 mil comparado ao pleito anterior, mantendo o apartamento (avaliado em R$ 1,44 milhão) como item principal.
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2026 (Senado): Declarou R$ 5.575.791,88, o maior valor acumulado da série histórica. O acréscimo em relação a 2022 foi de quase R$ 1,9 milhão.
Composição em 2026
No registro atual para o Senado, a lista de bens de Jorge Viana tem como destaque um apartamento avaliado em R$ 2.147.719,72. A relação inclui também uma casa de R$ 650 mil, uma chácara de R$ 520,1 mil, terrenos urbanos e rurais, além de fundos de renda fixa, investimentos financeiros e saldos bancários.
Conforme lembra o levantamento, a variação nos montantes declarados ao sistema eleitoral reflete as informações preenchidas pelo próprio candidato ao registrar suas candidaturas, o que engloba a aquisição de novos ativos, atualizações de valores de mercado ou reconfiguração de bens ao longo do tempo.
*Com informações do site ac24horas
Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por Redação Ecos da Notícia.

