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Viagem de férias termina em veículo em chamas, adolescente de 15 anos sofre queimaduras em 40% do corpo, enfrenta 16 operações em 3 meses e volta ao campo para agradecer os homens que a retiraram do fogo
Escrito por Roberta Souza
Publicado em 31/08/2026 às 19:21
Atualizado em 31/08/2026 às 19:22
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Brooklyn Mallett sofreu grave acidente durante viagem a Utah, recebeu enxertos de pele nos braços, pernas e costas e agora planeja retomar a equipe de dança enquanto homenageia o pai e outros socorristas que a retiraram do fogo
Aos 15 anos, Brooklyn Mallett voltou a um campo de futebol em Corona, na Califórnia, para reencontrar os homens que meses antes haviam participado de uma situação completamente diferente. Durante uma viagem a Utah, um veículo off-road capotou e pegou fogo, deixando a adolescente presa por mais tempo que os demais ocupantes. Brooklyn sofreu queimaduras em 40% do corpo, passou três meses internada e enfrentou 16 cirurgias, conforme informações publicadas pela FOX 11 Los Angeles em 30 de agosto de 2026.
Na sexta-feira anterior à reportagem, a adolescente participou da Heroes Night, realizada durante um jogo na Centennial High School. Dessa vez, porém, não havia ambulâncias nem chamas. Brooklyn estava em campo para agradecer os bombeiros que ajudaram a salvar sua vida, incluindo o próprio pai, Mike Mallett, capitão da Orange County Fire Authority.
O acidente aconteceu em abril, durante uma viagem de férias próxima ao Zion National Park, em Utah. Bombeiros fora de serviço e aposentados que viajavam com o grupo reagiram imediatamente. Segundo a FOX 11, eles usaram treinamento profissional e suprimentos médicos disponíveis no local para retirar as meninas e controlar as chamas em cerca de dois minutos.
ARTIGO CONTINUA ABAIXO
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Veículo capota em estrada remota e pega fogo durante viagem a Utah
A viagem deveria ser um período de descanso.
Brooklyn, sua amiga Elena e outras pessoas estavam em um veículo off-road quando o acidente aconteceu em uma estrada remota.
O veículo capotou.
Depois, começou a pegar fogo.
Todos conseguiram sair, porém Brooklyn permaneceu presa por mais tempo.
Quando os socorristas finalmente a retiraram, as roupas e o corpo da adolescente estavam em chamas, segundo o relato da emissora.
Nesse momento, o grupo tinha uma vantagem decisiva.
Entre as pessoas que viajavam juntas estavam bombeiros experientes.
Eles não estavam trabalhando naquele dia.
Ainda assim, o treinamento profissional entrou em ação imediatamente.
Bombeiros de férias usam treinamento e equipamentos que estavam à mão
Os socorristas eram bombeiros fora de serviço e aposentados.
Além disso, o próprio pai de Brooklyn trabalha na área.
Diante do incêndio, eles utilizaram conhecimentos de emergência e materiais médicos disponíveis durante a viagem.
Segundo a reportagem, os homens conseguiram retirar Brooklyn e sua amiga Elena e extinguir as chamas em aproximadamente dois minutos.
Em uma situação com fogo, cada segundo fazia diferença.
Por isso, a rapidez da resposta ocupa um ponto central na história.
A adolescente resumiria isso meses depois de forma simples ao dizer que aqueles bombeiros eram a razão pela qual continuava viva.
Experiências em que uma reação rápida muda completamente o desfecho também aparecem em outras histórias de recomeço, embora em circunstâncias totalmente diferentes.
Queimaduras atingem 40% do corpo da adolescente
O resgate encerrou o perigo imediato.
Entretanto, começou uma recuperação muito mais longa.
Brooklyn sofreu queimaduras em mais de 40% do corpo, segundo a FOX 11.
A gravidade exigiu hospitalização prolongada.
Ao todo, a adolescente permaneceu três meses no hospital.
Durante esse período, passou por 16 operações.
Os procedimentos incluíram enxertos de pele em diferentes regiões.
Braços, pernas e costas entraram no tratamento.
Além disso, a recuperação ainda não terminou.
A emissora informa que novos procedimentos permanecem previstos para o futuro.
16 cirurgias marcam os três meses seguintes ao acidente
O número ajuda a dimensionar o que aconteceu depois do resgate.
Foram 16 cirurgias em aproximadamente três meses de internação.
Isso representa, em média matemática, mais de cinco procedimentos por mês durante aquele período. Essa comparação serve apenas para visualizar a frequência das intervenções; não significa que as cirurgias tenham ocorrido em intervalos regulares.
Entre elas estavam os enxertos de pele.
Esses procedimentos ajudaram no tratamento das áreas atingidas pelo fogo.
Enquanto isso, Brooklyn precisou enfrentar toda a rotina hospitalar associada às lesões.
A FOX 11 não detalha nesta reportagem cada uma das 16 operações.
Por isso, não seria correto atribuir funções específicas a todos os procedimentos.
O que a fonte confirma é a sequência geral: queimaduras extensas → três meses no hospital → 16 cirurgias → novos procedimentos ainda pela frente.
Meses depois, ela volta ao campo para homenagear quem a retirou das chamas
Em agosto, o cenário mudou.
A Centennial High School realizou uma Heroes Night.
Durante o intervalo do jogo, integrantes de diferentes departamentos de bombeiros receberam homenagens.
Entre eles estavam os homens que haviam participado do resgate de Brooklyn.
A adolescente também entrou em campo.
Sua mãe, Erica, acompanhou a cerimônia.
O pai, Mike Mallett, apareceu entre os socorristas homenageados.
Assim, a jovem que meses antes dependia da ação rápida dos bombeiros agora conseguia ficar ao lado deles e agradecê-los publicamente.
O contraste tornou a cerimônia especialmente simbólica.
O próprio pai de Brooklyn estava entre os bombeiros homenageados
Mike Mallett não era apenas um dos adultos que acompanhavam a viagem.
Ele atua como capitão da Orange County Fire Authority.
Portanto, o pai de Brooklyn viu a própria experiência profissional se tornar essencial em uma emergência envolvendo a filha.
A reportagem não atribui todo o resgate exclusivamente a ele.
Pelo contrário.
A FOX 11 destaca a atuação conjunta dos bombeiros fora de serviço e aposentados que viajavam com o grupo.
Essa distinção importa.
O resultado veio da reação coletiva de profissionais que sabiam como agir.
Dois minutos depois, as chamas estavam controladas.
Depois, começou a luta hospitalar de Brooklyn.
Adolescente também agradece socorristas que salvaram a amiga Elena
Brooklyn não era a única jovem em perigo.
Sua amiga Elena também precisou de ajuda durante o acidente.
Os bombeiros atuaram no resgate das duas.
Entretanto, a FOX 11 informa que Brooklyn permaneceu presa por mais tempo e sofreu as lesões mais graves.
Esse detalhe ajuda a explicar a extensão das queimaduras.
Ainda assim, todos conseguiram sair do veículo.
Portanto, apesar da violência do acidente, a situação terminou sem perda de vidas entre os ocupantes mencionados pela reportagem.
Voltar à dança se transforma em uma das metas da recuperação
Antes do acidente, Brooklyn fazia parte de uma equipe de dança.
Agora, existe um objetivo bastante concreto em sua recuperação.
Ela quer voltar ao time de dança no próximo ano.
Essa meta aparece em meio a um tratamento que ainda não terminou.
A adolescente precisará enfrentar outros procedimentos.
Além disso, queimaduras extensas podem exigir acompanhamento ao longo do tempo.
A reportagem, entretanto, não detalha um cronograma médico completo.
Por isso, o retorno à dança deve aparecer como objetivo declarado por Brooklyn, e não como retorno já garantido.
Ainda assim, o plano mostra onde ela quer chegar.
De três meses no hospital para uma noite no campo de futebol
A diferença entre abril e agosto fica evidente.
Em abril, Brooklyn estava presa dentro de um veículo incendiado.
Depois, passou três meses internada.
Nesse período, enfrentou 16 cirurgias.
Meses depois, estava novamente diante de uma multidão.
Dessa vez, porém, entrou em um campo de futebol sorrindo enquanto os nomes dos bombeiros eram anunciados.
A cena ganhou um significado adicional porque alguns daqueles homens tinham participado diretamente dos minutos mais críticos de sua vida.
Essa mudança de cenário lembra como uma decisão tomada em pouco tempo pode produzir consequências que continuam muito depois do momento inicial.
No caso de Brooklyn, foram apenas alguns minutos entre o capotamento e o controle das chamas.
A recuperação, entretanto, consumiu meses.
Queimaduras ainda exigirão novos procedimentos
A cerimônia não significa que Brooklyn tenha concluído o tratamento.
A FOX 11 deixa isso claro.
Depois das 16 operações realizadas, a adolescente ainda deverá passar por novos procedimentos.
Portanto, a história continua.
Existe uma diferença importante entre sair do hospital e terminar uma recuperação.
Brooklyn já superou uma parte crítica do processo.
Agora, tenta recuperar progressivamente sua rotina.
A dança aparece entre suas metas.
Enquanto isso, médicos continuam acompanhando as consequências das queimaduras.
Treinamento profissional fora do expediente muda o resultado do acidente
Outro ponto chama atenção no caso.
Os bombeiros estavam em viagem.
Não estavam em uma ocorrência oficial.
Mesmo assim, reagiram como profissionais quando o acidente aconteceu.
Isso significa que o conhecimento adquirido durante anos de trabalho estava disponível mesmo fora do quartel.
Além disso, o grupo tinha suprimentos médicos à mão.
A combinação permitiu agir enquanto o veículo ainda estava em chamas.
Depois, serviços médicos puderam assumir o atendimento.
A sequência ajuda a explicar por que Brooklyn destacou diretamente a atuação dos socorristas durante a homenagem.
Heroes Night transforma socorristas em homenageados meses depois do resgate
A Centennial High School escolheu dedicar parte da noite aos profissionais.
Durante o intervalo, os bombeiros entraram em campo enquanto seus nomes eram anunciados.
Brooklyn e a mãe acompanharam.
Assim, a cerimônia criou uma inversão.
No acidente, os bombeiros estavam concentrados em Brooklyn.
Na escola, Brooklyn voltou a atenção para eles.
A adolescente agradeceu publicamente o grupo.
É um desfecho semelhante, no sentido humano, a outras situações em que pessoas conseguem transformar uma experiência extrema em uma nova etapa da vida, ainda que os temas das histórias sejam totalmente distintos.
Dos dois minutos de resgate aos três meses de hospital
Os números contam quase toda a trajetória.
O veículo capotou e incendiou.
Os bombeiros reagiram e controlaram a situação em aproximadamente dois minutos.
Brooklyn, entretanto, sofreu queimaduras em 40% do corpo.
Depois, permaneceu três meses no hospital.
Nesse período, enfrentou 16 operações.
Agora, aos 15 anos, ela voltou a aparecer publicamente ao lado das pessoas que participaram de seu resgate.
A recuperação ainda terá novos capítulos.
Porém, sua próxima meta já está definida: voltar à equipe de dança no ano que vem.
Assim, uma viagem de férias que terminou em fogo acabou criando uma sequência de meses entre resgate, hospital, cirurgias e reabilitação.
E a jovem que saiu do veículo com queimaduras graves conseguiu retornar ao campo para dizer pessoalmente aos bombeiros aquilo que resume toda a história: eles ajudaram a mantê-la viva.
Você acredita que treinamentos de primeiros socorros deveriam fazer parte da formação básica de mais pessoas, considerando que uma emergência pode acontecer longe de qualquer equipe oficial de resgate?
Fonte
Foxla
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Roberta Souza.

