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Torres Gêmeas voltam ao céu de Nova York 25 anos após o 11 de Setembro, quando 2.977 drones iluminados decolam sobre o porto, um para cada vítima dos atentados, e se posicionam até reconstruir em escala real a silhueta do World Trade Center que desapareceu do horizonte em 2001
Escrito por Carla Teles
Publicado em 12/09/2026 às 22:03
Atualizado em 12/09/2026 às 22:30
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Em Nova York, 2.977 drones iluminados formaram no céu o contorno das Torres Gêmeas, um para cada vítima dos atentados de 11 de Setembro; a apresentação sobre o porto recriou em escala real a silhueta do World Trade Center e marcou 25 anos dos ataques de 2001 nos Estados Unidos.
As Torres Gêmeas voltaram a aparecer no horizonte de Nova York de uma forma completamente diferente 25 anos depois dos atentados de 11 de Setembro. Na noite de 9 de setembro de 2026, 2.977 drones iluminados se elevaram sobre o porto e foram posicionados até reconstruir no céu a silhueta do antigo World Trade Center.
Segundo reportagem publicada pelo canal Jovem Pan News, no YouTube, em 11 de setembro de 2026, a homenagem marcou os 25 anos dos ataques de 11 de Setembro. O número usado na apresentação teve significado direto: cada uma das 2.977 luzes representava uma pessoa morta nos atentados, enquanto a formação final reproduzia as Torres Gêmeas do World Trade Center.
2.977 drones começaram espalhados sobre o porto
No início da apresentação, os drones não formavam imediatamente os prédios. As luzes apareceram distribuídas pelo céu e passaram a se movimentar de maneira coordenada, seguindo comandos computadorizados até assumir uma formação definida.
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Pouco a pouco, as luzes começaram a desenhar as Torres Gêmeas no espaço onde a paisagem de Nova York havia mudado definitivamente em 2001. A transformação fazia parte justamente do impacto visual planejado para a homenagem.
Cada luz representava uma vítima dos atentados
A quantidade de drones carregava o principal significado simbólico da apresentação. Foram utilizadas 2.977 luzes, correspondentes às 2.977 vítimas dos atentados de 11 de Setembro, sem incluir os sequestradores responsáveis pelos ataques.
Em vez de utilizar uma quantidade apenas suficiente para criar a imagem dos edifícios, a homenagem associou cada ponto luminoso a uma vida perdida. A enorme estrutura visual era, ao mesmo tempo, uma representação arquitetônica e uma contagem individual das vítimas.
Torres Gêmeas reapareceram em escala real no horizonte
Depois da movimentação inicial, os drones se alinharam até formar os contornos das duas construções. A instalação recriou as Torres Gêmeas em escala arquitetônica, recuperando temporariamente uma silhueta que havia marcado Manhattan durante décadas.
O efeito era especialmente simbólico porque o World Trade Center original deixou de existir após os ataques. Por alguns minutos, o desenho vertical das duas torres voltou a ocupar o céu de Nova York, desta vez composto inteiramente por pontos de luz.
Formação recuperou imagem desaparecida há 25 anos
A homenagem foi realizada justamente no momento em que os Estados Unidos completavam um quarto de século desde os atentados. Para quem conheceu Nova York antes de 2001, a forma das torres fazia parte de uma das imagens mais reconhecíveis da cidade.
Depois dos ataques, aquela referência visual desapareceu. A apresentação de drones recuperou justamente esse contorno, sem reconstruir fisicamente os edifícios, mas fazendo com que sua forma surgisse novamente sobre o porto.
Ataques começaram na manhã de 11 de setembro de 2001
Na manhã de 11 de setembro de 2001, quatro aviões comerciais foram sequestrados por 19 integrantes da Al-Qaeda. Dois deles foram lançados contra as Torres Gêmeas, em Nova York.
O primeiro atingiu a Torre Norte às 8h46. Pouco depois, uma segunda aeronave atingiu a Torre Sul. A sequência deixou claro que não se tratava de um acidente isolado e transformou o que estava acontecendo em uma crise acompanhada em tempo real pelo mundo.
Outros dois aviões também foram sequestrados
Um terceiro avião foi lançado contra o Pentágono, nos arredores de Washington. O quarto, um voo da United Airlines, não chegou ao destino pretendido pelos sequestradores.
Passageiros e tripulantes descobriram durante o voo o que havia acontecido com as outras aeronaves e tentaram retomar o controle. O avião acabou caindo perto de Shanksville, na Pensilvânia, antes de atingir outro alvo.
Desabamento das torres mudou para sempre a paisagem de Manhattan
Depois dos impactos, as duas estruturas do World Trade Center acabaram desabando. As imagens das Torres Gêmeas cercadas por fumaça e, posteriormente, desaparecendo do horizonte tornaram-se algumas das cenas mais lembradas daquele dia.
A destruição também modificou fisicamente a paisagem de Nova York. Por isso, recriar exatamente aquele contorno 25 anos depois produziu uma imagem que funcionava tanto como memória das construções quanto como homenagem às pessoas que morreram.
Vítimas eram de dezenas de nacionalidades
Os atentados não atingiram apenas cidadãos norte-americanos. Entre as quase 3 mil vítimas havia pessoas de diferentes nacionalidades que trabalhavam nos prédios, estavam nos aviões ou se encontravam em outros locais atingidos.
Também morreram bombeiros, policiais, paramédicos e outros socorristas que participaram das operações de emergência. O número de 2.977 utilizado na instalação reúne as mortes diretamente atribuídas aos ataques daquele dia.
Consequências continuaram muito depois dos atentados
A tragédia não terminou com a retirada dos escombros. Milhares de pessoas que trabalharam na região do World Trade Center ou viviam nas proximidades ficaram expostas à poeira, fumaça, amianto, metais e outros materiais liberados após os desabamentos.
Ao longo dos anos, os efeitos sobre sobreviventes e socorristas continuaram sendo associados à memória do 11 de Setembro. Por isso, as homenagens realizadas 25 anos depois também refletem consequências que ultrapassaram amplamente aquele único dia de 2001.
Homenagem transformou números em uma imagem visível
Assista o vídeo
A instalação conseguiu reunir duas dimensões difíceis de visualizar ao mesmo tempo. De longe, o público via as Torres Gêmeas ressurgindo no céu. De perto, cada ponto luminoso correspondia simbolicamente a uma das 2.977 pessoas mortas.
Assim, a escala monumental não apagava a dimensão individual da tragédia. As torres eram formadas justamente pela soma das luzes que representavam cada vítima, transformando um número histórico em uma composição visual sobre Nova York.
Torres Gêmeas voltaram ao céu sem reconstruir o que foi perdido
Vinte e cinco anos depois dos atentados, Nova York não recebeu uma reconstrução física das antigas torres. Por uma noite, porém, milhares de drones fizeram o horizonte recuperar sua antiga forma e colocaram novamente as Torres Gêmeas diante da cidade.
A imagem existiu apenas enquanto as luzes permaneceram no ar, mas foi construída com um simbolismo preciso: 2.977 drones, 2.977 vítimas e duas torres que desapareceram em 2001. O que mais chamou sua atenção nessa homenagem: a escala real dos prédios, o número exato de luzes ou a possibilidade de ver novamente aquela silhueta no horizonte? Conte nos comentários.
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

