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As 10 motos mais vendidas do Brasil em julho de 2026: Honda CG 160 lidera com 47.493 unidades, Biz e Pop completam o pódio, Mottu Sport surpreende no Top 5, Yamaha emplaca dois modelos e Lander 250 retorna ao ranking
Escrito por Felipe Alves da Silva
Publicado em 04/08/2026 às 11:21
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O mercado brasileiro de motocicletas voltou a registrar mudanças importantes em julho de 2026, com alterações entre os modelos mais vendidos, a consolidação da liderança da Honda CG 160 e a presença de motos voltadas ao uso urbano, profissional e aventureiro entre as preferidas dos consumidores.
O mercado brasileiro de motocicletas manteve o ritmo acelerado de vendas em julho de 2026, reforçando a força do segmento no país e trazendo mudanças importantes entre os modelos mais procurados pelos consumidores. Segundo levantamento divulgado pelo portal MOTOO, com base nos dados oficiais de emplacamentos registrados nas concessionárias brasileiras, a Honda CG 160 permaneceu na liderança absoluta do ranking, enquanto a disputa pelas demais posições apresentou novidades relevantes.
Além da manutenção da liderança da CG 160, o mês foi marcado pela recuperação da Honda Pop 110i, que voltou ao terceiro lugar, e pelo retorno da Yamaha Lander 250 ao grupo das dez motocicletas mais vendidas do Brasil. O resultado também evidencia o amplo domínio da Honda, responsável por sete dos dez modelos presentes na lista.
A seguir, confira o ranking completo das motos mais vendidas do Brasil em julho de 2026, além das características que ajudam a explicar o sucesso de cada modelo entre os brasileiros.
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Honda amplia domínio e ocupa sete posições entre as motos mais vendidas
A liderança continua sendo da Honda CG 160, que registrou impressionantes 47.493 unidades emplacadas durante julho, aumentando ainda mais a distância para a segunda colocada e ficando próxima da marca simbólica de 50 mil motocicletas comercializadas em apenas um mês.
Equipada com motor flex de 162,7 cm³, potência de até 14,7 cv e disponível nas versões Start, Cargo, Fan, Titan e 50 Anos, a motocicleta continua sendo referência em economia, manutenção acessível, robustez e ampla rede de concessionárias. O preço inicial parte de R$ 17.350, sem considerar frete.
Na vice-liderança aparece novamente a Honda Biz 125, com 21.219 unidades vendidas. A motoneta segue como uma das favoritas para deslocamentos urbanos graças ao motor de 123,9 cm³, potência próxima de 9,53 cv, câmbio rotativo sem embreagem e compartimento sob o banco, recurso bastante valorizado pelos usuários. Seu preço inicial é de R$ 13.505, na versão ES.
Fechando o pódio, a Honda Pop 110i recuperou a terceira posição ao alcançar 19.254 unidades emplacadas. O modelo urbano utiliza motor de 109,5 cm³, produz 8,43 cv e conta com câmbio semiautomático de quatro marchas. Na linha 2027, passou a oferecer rodas de liga leve e freio traseiro acionado pelo punho esquerdo. O preço parte de R$ 10.588.
Logo atrás aparece a Honda NXR 160 Bros, que caiu para a quarta colocação após registrar 16.512 unidades vendidas. A trail utiliza motor flex de 162,7 cm³, potência aproximada de 14,3 cv, suspensões de longo curso e rodas de maior diâmetro, características que a tornam bastante versátil para diferentes tipos de terreno. O preço inicial é de R$ 22.400.
Mottu Sport se destaca e Yamaha volta a crescer no ranking
A quinta posição ficou com a Mottu Sport 110i, responsável por 11.397 emplacamentos em julho. A motocicleta utiliza motor de 109,7 cm³ e continua sendo fortemente impulsionada pelas empresas de aluguel destinadas aos entregadores de aplicativos, segmento que permanece aquecido em todo o país.
Na sexta colocação aparece a Yamaha Factor 150, com 6.121 unidades comercializadas. O modelo utiliza motor flex de 149 cm³, potência próxima de 12 cv, transmissão de cinco velocidades e parte de R$ 18.690, sem frete.
Em sétimo lugar está a Honda CB 300F Twister, que registrou 4.270 unidades vendidas. Equipada com motor de 293,5 cm³, entrega até 24,7 cv e câmbio de seis marchas, sendo comercializada nas versões CBS e ABS, com preço inicial de R$ 25.150.
Já a Honda PCX 160 ocupou a oitava posição com 4.232 emplacamentos. O scooter utiliza motor de 156,9 cm³, transmissão automática CVT, sistema Start&Stop e, nas versões superiores, controle de tração e freios ABS. O preço inicial é de R$ 19.080, na configuração CBS.
Na nona colocação aparece a Honda XRE 190, que somou 4.060 unidades vendidas. A trail oferece motor de 190 cm³, potência de 16 cv, iluminação totalmente em LED, entrada USB-C e freio ABS na roda dianteira. O preço sugerido parte de R$ 24.530 na versão Standard.
Fechando o Top 10, a Yamaha Lander 250 retornou ao ranking após comercializar 3.906 unidades. A motocicleta utiliza motor monocilíndrico de 249 cm³, movido exclusivamente a gasolina, capaz de entregar aproximadamente 20,9 cv, associado ao câmbio de cinco marchas. O modelo também oferece freio ABS dianteiro e iluminação em LED. O preço inicial é de R$ 29.290.
Ranking completo das motos mais vendidas do Brasil em julho de 2026
Confira a classificação das motocicletas mais emplacadas no país durante o mês:
1º — Honda CG 160: 47.493 unidades
2º — Honda Biz 125: 21.219 unidades
3º — Honda Pop 110i: 19.254 unidades
4º — Honda NXR 160 Bros: 16.512 unidades
5º — Mottu Sport 110i: 11.397 unidades
6º — Yamaha Factor 150: 6.121 unidades
7º — Honda CB 300F Twister: 4.270 unidades
8º — Honda PCX 160: 4.232 unidades
9º — Honda XRE 190: 4.060 unidades
10º — Yamaha Lander 250: 3.906 unidades
Os números reforçam a preferência dos consumidores brasileiros por motocicletas reconhecidas pela confiabilidade mecânica, baixo custo de manutenção, economia de combustível e facilidade de revenda. Ao mesmo tempo, mostram que modelos destinados ao trabalho, à mobilidade urbana e ao uso misto continuam dominando o mercado nacional.
Segundo informações divulgadas pelo portal MOTOO, os preços apresentados foram consultados nos sites oficiais das fabricantes e não incluem frete nem outras taxas. Com o desempenho registrado em julho, a expectativa do setor é de que a disputa entre Honda, Yamaha e outras fabricantes continue intensa nos próximos meses, acompanhando o crescimento da demanda por motocicletas em todo o Brasil.
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Felipe Alves da Silva.

