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Aos 30 anos, mulher trabalha 14 dias em plataforma de petróleo no Mar do Norte, pode ganhar R$ 720 mil por ano, viaja de helicóptero e passa outras quatro semanas inteiras de folga em casa
Escrito por Viviane Alves
Publicado em 21/08/2026 às 23:15
Atualizado em 21/08/2026 às 23:16
Setor Offshore
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Norueguesa Amalie Lundstad atua em plataforma de petróleo, cumpre escala intensa em alto-mar e aproveita 28 dias seguidos de descanso após cada período embarcado
Uma rotina profissional pouco convencional colocou Amalie Lundstad, de 30 anos, em uma escala de trabalho bem diferente daquela encontrada em empregos tradicionais.
A norueguesa atua em uma plataforma de petróleo no Mar do Norte, onde permanece embarcada durante 14 dias consecutivos.
Depois desse período, ela retorna para casa e passa quatro semanas seguidas de folga antes de iniciar uma nova jornada offshore.
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Veja também
A remuneração também chama atenção.
Amalie pode receber até 1,3 milhão de coroas norueguesas por ano, valor equivalente a aproximadamente R$ 720 mil anuais.
O caso foi divulgado pelo jornal sueco Expressen e repercutido pelo UOL Economia em 27 de janeiro de 2026.
Viagem até a plataforma termina em helicóptero sobre o Mar do Norte
A rotina começa longe da estrutura offshore.
Amalie deixa Oslo e segue até Bergen, na costa oeste da Noruega, para iniciar o trajeto até o local de trabalho.
A etapa seguinte acontece pelo ar.
A trabalhadora embarca em um helicóptero com destino à plataforma de petróleo instalada no Mar do Norte.
O deslocamento faz parte da dinâmica da atividade offshore, já que a instalação fica distante do continente.
Amalie trabalha há aproximadamente quatro anos no setor.
A profissional atua no monitoramento e na operação de sistemas ligados aos processos de produção da plataforma.
Formação em química industrial acompanha rotina no setor offshore
Amalie possui formação em química industrial.
O conhecimento técnico está relacionado às atividades que ela desempenha durante os períodos embarcados.
A jornada concentra duas semanas consecutivas de trabalho antes do início do longo período de descanso.
A rotina exige atenção constante aos sistemas da plataforma.
O trabalho também envolve responsabilidades ligadas ao funcionamento das operações de produção.
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Viviane Alves
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Salário pode alcançar cerca de R$ 720 mil por ano
A remuneração aparece como outro ponto de destaque da carreira.
Amalie pode receber até 1,3 milhão de coroas norueguesas por ano.
O valor corresponde a aproximadamente R$ 720 mil anuais, conforme a conversão apresentada nas reportagens publicadas em 2026.
A divisão simples desse montante por 12 meses representa cerca de R$ 60 mil mensais.
O salário acompanha uma atividade marcada por permanência em alto-mar, responsabilidades operacionais e exigências específicas de segurança.
A remuneração, portanto, não está ligada apenas ao período embarcado.
O valor também considera as características particulares da profissão e da rotina offshore.
Plataforma funciona como uma pequena estrutura em alto-mar
A distância do continente exige uma estrutura capaz de atender aos trabalhadores durante os dias embarcados.
A plataforma possui refeitório, academia, áreas de descanso e espaços de convivência.
Esses ambientes ajudam os profissionais a manter uma rotina mais confortável durante as duas semanas no mar.
O período, porém, continua exigindo dedicação integral às atividades.
A operação da plataforma demanda concentração e cumprimento rigoroso dos procedimentos internos.
A rotina também precisa ser organizada para que os funcionários permaneçam no local durante todo o ciclo de trabalho.
Segurança continua sendo uma das principais prioridades
O trabalho em uma plataforma de petróleo envolve riscos próprios da atividade.
A segurança ocupa, por isso, uma posição central na rotina de Amalie.
A profissional destaca a necessidade de treinamento, disciplina e concentração durante as operações.
Os funcionários permanecem focados nas atividades durante todo o período embarcado.
A jornada concentrada de duas semanas antecede o período prolongado de descanso.
Esse modelo torna a rotina muito diferente de um emprego convencional realizado diariamente em terra.
Quatro semanas de folga mudam o ritmo da vida profissional
O principal diferencial aparece depois que Amalie encerra os 14 dias na plataforma.
A trabalhadora retorna para casa e inicia 28 dias consecutivos de folga.
Esse período permite dedicar mais tempo à vida pessoal, viagens, família e outras atividades.
O modelo também apresenta uma contrapartida.
Amalie permanece longe de casa durante toda a etapa embarcada.
A separação entre trabalho e descanso fica, dessa maneira, muito mais marcada.
Para Amalie, o equilíbrio entre duas semanas intensas em alto-mar e quatro semanas longe do trabalho está entre as principais vantagens da carreira.
Uma rotina que combina salário elevado, isolamento e longos períodos de descanso
A trajetória profissional de Amalie reúne elementos pouco comuns em trabalhos realizados em terra.
A escala concentra 14 dias de atividades em uma plataforma de petróleo no Mar do Norte.
O ciclo seguinte oferece quatro semanas inteiras de descanso.
A remuneração pode alcançar R$ 720 mil por ano, enquanto o deslocamento até o trabalho inclui uma viagem de helicóptero.
A estrutura da plataforma oferece suporte durante o período embarcado.
A segurança, contudo, permanece como uma exigência permanente em todas as etapas da operação.
O caso mostra como a carreira offshore pode combinar períodos intensos de trabalho com intervalos prolongados longe das atividades profissionais.
Você trabalharia 14 dias seguidos em uma plataforma de petróleo para ter quatro semanas consecutivas de folga e uma remuneração que pode chegar a R$ 720 mil por ano? Deixe sua opinião.
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Viviane Alves.

