Agências bancárias públicas e privadas em diversos municípios do Acre amanheceram de portas fechadas nesta quinta-feira (20). A paralisação nacional de 24 horas teve 97% de adesão das assembleias no estado, afetando diretamente o atendimento ao público em cidades como Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Brasileia, Feijó e Xapuri. Em outros municípios, a exemplo de Tarauacá, Sena Madureira e Manoel Urbano, os trabalhadores também aderiram ao movimento, embora sem o fechamento total das unidades.
O protesto é reflexo do impasse nas negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e os representantes do setor financeiro. Segundo a liderança sindical da categoria, a proposta apresentada pelos bancos não oferece recomposição salarial nem ganho real. Além disso, prevê a fragmentação das negociações por instituição, regionalização e redução do auxílio-alimentação.
Entre as principais reivindicações dos trabalhadores estão:
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Reajuste salarial: Aumento real de 5% mais a reposição da inflação do período.
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Benefícios e pisos: Manutenção da cesta básica, reajuste dos vales-refeição e alimentação, preservação dos planos de saúde e do piso salarial nacional.
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PLR e Carreiras: Maior valorização na Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e ajuste nos pisos de entrada e funções gratificadas.
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Mesa Única: Manutenção de uma negociação centralizada para todo o setor bancário.
A mobilização serve como um alerta preventivo antes de uma possível paralisação por tempo indeterminado. Caso as negociações com as instituições financeiras não avancem até o dia 30 de agosto, a categoria deve deliberar a deflagração de uma greve geral a partir dessa data. Durante o período de paralisação presencial, a recomendação é que os clientes utilizem os canais digitais e caixas eletrônicos para operações básicas.
(Com informações do portal ac24horas)
Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por Redação Ecos da Notícia.

