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Após quatro gestações interrompidas, professora de Curitiba ouve falar de uma bebê prematura com graves condições de saúde que ninguém queria adotar, responde “ela é minha filha”, consegue buscá-la três dias depois e, 18 meses mais tarde, toma outra decisão inesperada ao adotar de uma só vez 6 irmãos que viviam em um abrigo no Maranhão
Escrito por Carla Teles
Publicado em 02/09/2026 às 01:00
Atualizado em 02/09/2026 às 01:01
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A professora de Curitiba Olinda conheceu, em junho de 2016, a história de uma bebê prematura que não encontrava pretendentes na fila de adoção. A adoção aconteceu três dias depois. Cerca de 18 meses mais tarde, sua família adotiva cresceu novamente quando ela decidiu acolher juntos seis irmãos do Maranhão.
A professora de Curitiba Olinda passou por quatro gestações interrompidas antes do quarto mês e chegou a realizar tratamentos médicos, mas, segundo a RPC, não recebeu uma explicação para as perdas. Até então, a adoção não fazia parte de seus planos. Isso mudou em junho de 2016, quando soube de uma bebê prematura com graves condições de saúde.
A criança estava em Alagoas e, conforme a reportagem da afiliada da TV Globo no Paraná, não havia encontrado pretendentes na fila de adoção. Olinda decidiu que cuidaria da menina, Nina, e conseguiu buscá-la três dias depois. Cerca de um ano e meio mais tarde, a família adotiva ganharia outros seis integrantes de uma só vez.
Quatro gestações antecederam a primeira adoção
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Ser mãe era um desejo antigo de Olinda. Antes da primeira adoção, ela engravidou quatro vezes, mas perdeu os bebês antes de completar quatro meses de gestação. A RPC informou, em reportagem publicada em 13 de maio de 2019, que a professora de Curitiba também procurou tratamento médico, sem que a causa das perdas fosse identificada.
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A possibilidade de formar uma família por adoção não havia sido considerada por ela até surgir a história de Nina. A menina era uma bebê prematura descrita pela fonte como prematura extrema e com microcefalia, paralisia cerebral e hidrocefalia. Naquele momento, a bebê ainda aguardava uma família na fila de adoção.
Bebê prematura não havia encontrado pretendentes
Segundo a RPC, uma pessoa de Alagoas perguntou a Olinda se ela conhecia alguém disposto a adotar a criança. A bebê prematura não havia sido escolhida por pretendentes da fila de adoção. Em vez de procurar outra família, Olinda respondeu que ela própria cuidaria da menina e a reconheceu, naquele momento, como sua filha.
A fonte relata que o intervalo entre essa decisão e a chegada de Nina foi de três dias. A reportagem não detalha todas as etapas judiciais e administrativas desse período, por isso não é possível afirmar quais procedimentos específicos permitiram esse prazo. O registro disponível é que a adoção de Nina deu início à nova configuração familiar.
Família adotiva cresceu com seis irmãos do Maranhão
Aproximadamente 18 meses depois, Olinda soube de seis irmãos que viviam em um abrigo no Maranhão. Camila, João Vitor, Gabriel, Lucas, Rian e Hugo aguardavam uma família, e a reportagem informa que não havia pretendentes dispostos a adotá-los juntos. Para a professora de Curitiba, a situação abriu uma segunda etapa da história iniciada com Nina.
Olinda decidiu receber os seis irmãos na mesma família adotiva. De acordo com a RPC, cerca de 20 dias depois de tomar conhecimento do grupo, ela viajou ao Maranhão para buscá-los. A decisão preservou a convivência entre os irmãos e fez a casa passar de uma para sete crianças adotadas.
Adoção levou família a sete filhos
Com Nina e os seis irmãos, Olinda tornou-se mãe de sete filhos por meio da adoção. A família adotiva passou então a reunir sete crianças. Quando a história foi exibida no programa Encontro, em 13 de maio de 2019, a RPC mostrou a rotina da família em Curitiba e apresentou as crianças que viviam com a professora naquele período.
A reportagem também informou que Olinda havia iniciado um processo para adotar uma adolescente de 17 anos do mesmo abrigo onde viviam os seis irmãos. A fonte fornecida não confirma a conclusão posterior desse processo. Por isso, o dado seguro é que, em maio de 2019, a família tinha sete filhos e aguardava o andamento de uma possível nova adoção.
História foi apresentada nacionalmente em 2019
A trajetória da professora de Curitiba ganhou repercussão nacional quando Olinda participou do Encontro, então apresentado por Fátima Bernardes. Na ocasião, ela falou sobre a relação com os filhos e sobre a formação da família após a chegada de Nina e dos irmãos vindos do Maranhão.
O caso reúne dois momentos distintos: primeiro, a decisão de receber uma criança que não havia encontrado pretendentes na fila de adoção; depois, a escolha de manter seis irmãos juntos dentro da mesma família adotiva. Em ambos os episódios, a reportagem da RPC é a fonte dos detalhes sobre prazos, locais e composição familiar.
A história de Olinda mostra como uma decisão tomada em 2016 alterou completamente um projeto de vida que, até então, não incluía adoção. De uma bebê prematura a um grupo de seis irmãos, a família cresceu em etapas documentadas pela RPC e chegou a sete filhos quando foi apresentada na televisão em maio de 2019.
O que mais chama sua atenção nessa trajetória: a decisão inicial de Olinda, a rapidez relatada na chegada de Nina ou a escolha de manter os seis irmãos juntos? Compartilhe sua opinião nos comentários e diga qual aspecto da história mais merece reflexão.
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

