O senador Marcio Bittar (PL) evitou classificar Tião Bocalom (PL), Mailza Assis (Progressistas) ou Alan Rick (Republicanos) como o candidato mais bolsonarista na disputa pelo governo do Acre.
Questionado durante sabatina ao ac24horas nesta terça-feira, 01, sobre o posicionamento de Bocalom, que se apresenta como o nome mais à direita entre os concorrentes, Bittar afirmou que os três apoiam a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência e que, para ele, esse é o principal ponto de convergência.
“Me tira desse imprensado. Vamos criar um medidor, não dá, né? Não dá. Eu acho assim, olha, os três lá apoiam o Flávio Bolsonaro. Esse é o meu candidato. Para mim está ótimo”, afirmou.
Bittar disse que seu principal objetivo na eleição presidencial é garantir que Flávio Bolsonaro tenha no Acre uma votação proporcional semelhante à obtida pelo pai, Jair Bolsonaro, no segundo turno de 2018.
“O que eu quero é que o Flávio tenha no Acre o que o pai teve no segundo turno. É o que eu quero. O Acre deu para o Bolsonaro, no segundo turno de 2018, a maior votação proporcional do Brasil”, declarou.
Segundo o senador, o desempenho de Bolsonaro no Estado se tornou uma referência para o PL e para o grupo político ligado ao ex-presidente. Bittar afirmou que o partido pretende trabalhar para que Flávio alcance uma votação expressiva no Acre.
“Isso é bom, isso foi importante. Isso não é uma obsessão, mas o PL tem o objetivo de fazer com que o filho do presidente Bolsonaro alcance a votação que ele alcançou”, disse.
Durante a resposta, Bittar também falou sobre sua relação com Jair Bolsonaro e afirmou que existe uma identificação entre os dois que, segundo ele, vai além da política. “Tem um vídeo meu que diz o seguinte: na verdade, o Bolsonaro gosta de mim daquilo que mais eu sou parecido com o meu pai. E ele não sabe disso”, afirmou.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por ac24horas.

