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Após 10 meses sem conseguir emprego, profissional aceita treinar IA por US$ 15 a hora, passa por projetos de US$ 30, US$ 45 e US$ 70 e hoje recebe US$ 100 por hora usando experiência em vendas
Escrito por Roberta Souza
Publicado em 01/09/2026 às 16:39
Atualizado em 01/09/2026 às 16:40
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Mo Zohourian chegou ao Canadá com 15 anos de experiência em empreendedorismo e gestão comercial, começou em tarefas de inteligência artificial sem experiência prévia e transformou o trabalho temporário em carreira, consultoria própria e plataforma para ensinar outros profissionais.
Depois de cerca de dez meses enviando candidaturas e participando de entrevistas sem conseguir emprego, Mo Zohourian encontrou no LinkedIn uma vaga que pagava apenas US$ 15 por hora para ajudar a treinar sistemas de inteligência artificial, sem exigir experiência anterior na atividade. Ele aceitou quase por falta de alternativas. Alguns anos depois, porém, afirma trabalhar em projetos especializados de avaliação de IA que chegam a US$ 100 por hora, além de comandar uma consultoria e uma plataforma educacional, conforme relato publicado pelo Business Insider. O veículo afirma ter confirmado o trabalho de Zohourian e os valores pagos pelos projetos.
A mudança não aconteceu de uma vez.
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Primeiro vieram os US$ 15 por hora.
Depois, ele passou para US$ 30 e US$ 35.
Em outros projetos, começou a receber US$ 45 e US$ 70.
Por fim, sua experiência acumulada em gestão de vendas abriu acesso a tarefas especializadas que pagam US$ 100 por hora, valor que afirma receber de forma consistente há aproximadamente dez meses.
Assim, uma atividade que Zohourian inicialmente enxergava apenas como trabalho de transição acabou substituindo a busca por um emprego convencional.
Ele chegou ao Canadá com 15 anos de experiência e mesmo assim passou 10 meses sem conseguir emprego
Zohourian deixou o Irã e mudou-se para o Canadá em 2023.
Na bagagem profissional, carregava 15 anos de experiência em empreendedorismo e gestão de vendas.
Ainda assim, a experiência anterior não se converteu rapidamente em contratação.
Ele começou a procurar vagas.
Depois, participou de sucessivas entrevistas.
Entretanto, nenhuma contratação avançava.
Quando completava aproximadamente dez meses de candidaturas, encontrou no LinkedIn um anúncio para trabalhar com treinamento de inteligência artificial.
A vaga oferecia US$ 15 por hora e não exigia experiência anterior na atividade.
Como continuava desempregado, decidiu testar.
Primeiro pagamento era tão incerto que ele nem contou à própria esposa
A confiança inicial na oportunidade era baixa.
Zohourian conta que ficou tão cético sobre o trabalho que não contou à esposa que havia começado.
Primeiro, queria descobrir se o pagamento realmente chegaria.
Só depois de receber o dinheiro percebeu que a atividade poderia representar uma fonte real de renda.
Essa insegurança inicial também ajuda a explicar por que ele continuou procurando empregos convencionais.
Nos primeiros meses, o fluxo de tarefas era irregular.
Portanto, ele ainda não enxergava o treinamento de IA como carreira.
O cenário começou a mudar quando passou nos testes das plataformas.
Três meses depois, pagamento dobrou para US$ 30 por hora
A primeira evolução relevante aconteceu aproximadamente três meses depois.
Zohourian conseguiu um projeto que pagava US$ 30 por hora.
Além disso, as empresas ofereciam avaliações que permitiam liberar novas categorias de trabalho.
Ele começou a fazer esses testes.
Passou por avaliações de literatura inglesa, raciocínio e matemática.
Com isso, conseguiu chegar a projetos de US$ 35 por hora.
O avanço mostra uma característica importante desse mercado.
O pagamento não depende apenas do tempo de permanência na plataforma.
Qualidade das tarefas, avaliações aprovadas e áreas de conhecimento disponíveis podem alterar quais projetos chegam ao trabalhador.
Profissional começou a trabalhar para várias empresas ao mesmo tempo
Depois, Zohourian ampliou o número de plataformas.
Em vez de depender de uma única empresa, passou a executar tarefas para múltiplas companhias de treinamento e avaliação de IA.
Os valores também começaram a oscilar.
Em determinados projetos, recebia US$ 45 por hora.
Em outros, chegava a US$ 70.
Porém, ele alerta que não existe uma progressão salarial linear.
Um projeto novo pode pagar menos que o anterior.
Além disso, profissionais freelancers possuem menos poder para negociar condições.
Assim, o fato de alguém concluir uma tarefa de US$ 70/hora não garante que a próxima terá a mesma taxa.
Essa característica diferencia o trabalho de um emprego tradicional com salário previsível.
Experiência de 15 anos em vendas virou a chave para os projetos de US$ 100
O maior salto aconteceu quando as empresas começaram a contratar especialistas por área de conhecimento.
Inicialmente, segundo Zohourian, muitos desses projetos se concentravam em STEM, incluindo física, química e programação.
Depois, surgiram tarefas voltadas a especialistas em vendas.
Nesse momento, seus 15 anos de experiência profissional passaram de obstáculo ignorado pelo mercado de trabalho canadense a uma vantagem dentro das plataformas de IA.
Zohourian já havia construído um histórico de tarefas bem avaliadas.
Consequentemente, conseguiu entrar nos projetos ligados à sua especialidade.
Foi aí que o pagamento e a consistência cresceram de maneira significativa.
Há 10 meses ele relata receber US$ 100 por hora em projetos especializados
Atualmente, Zohourian atua como especialista em gestão de vendas em projetos que descreve como de alta importância.
Segundo ele, recebe US$ 100 por hora de maneira consistente nesses projetos há aproximadamente dez meses.
O Business Insider informa que confirmou as taxas dos projetos.
Entretanto, isso não significa um salário de US$ 100 por hora durante uma jornada fixa de 40 horas todas as semanas.
Zohourian trabalha como contratado.
Além disso, a disponibilidade de tarefas varia.
Portanto, US$ 100/hora representa a taxa de determinados projetos especializados, e não uma garantia de renda permanente.
Essa distinção é central para não transformar uma experiência individual em promessa de salário para qualquer profissional que entre no setor.
Trabalho que começou com prompts simples ficou muito mais complexo
A própria natureza das tarefas mudou.
No início, Zohourian descreve atividades relativamente simples.
Ele precisava escrever um prompt, criar ou analisar respostas e justificar sua avaliação.
Entretanto, os modelos evoluíram.
Com a chegada de sistemas mais capazes e de IA agêntica, as tarefas ficaram mais complexas.
Agora, projetos especializados podem exigir análise profissional profunda.
Isso ajuda a explicar por que empresas passaram a buscar especialistas em áreas que vão além de programação.
Vendas, direito, medicina, finanças e outros setores possuem conhecimentos que um avaliador genérico pode não dominar.
Assim, a experiência profissional tradicional começa a assumir outra função: ensinar, testar e avaliar o comportamento de modelos de IA em situações especializadas.
A mudança também acompanha uma transformação mais ampla do mercado. Em outro caso recente, um empreendedor de 44 anos deixou mais de 20 anos de carreira em tecnologia depois de perceber a pressão crescente da IA e construiu uma rede de restaurantes que ultrapassou US$ 4 milhões em faturamento.
No caso de Zohourian, entretanto, a própria IA virou a nova carreira.
Três meses depois de começar, ele parou de procurar emprego convencional
O ponto de ruptura aconteceu cedo.
Apenas cerca de três meses depois de começar na avaliação de IA, Zohourian parou de enviar candidaturas para empregos de tempo integral.
Entretanto, ele ainda não acreditava que aquela atividade seria definitiva.
Durante algum tempo, continuou tratando o trabalho como uma ponte.
Somente depois de aproximadamente um ano decidiu que queria construir sua carreira nesse setor.
Esse intervalo importa.
O profissional não abandonou imediatamente o mercado tradicional porque recebeu uma tarefa de US$ 15.
Primeiro, precisou verificar se existia continuidade suficiente para sustentar a mudança profissional.
Jornada normalmente varia de 20 a 40 horas por semana
Hoje, Zohourian afirma dedicar aproximadamente 20 a 40 horas por semana ao treinamento e avaliação de IA.
Entretanto, o fluxo continua variável.
Um projeto pode pausar por uma ou duas semanas.
Em alguns casos, a interrupção pode chegar a um mês.
Quando isso acontece, ele pode procurar outra atividade disponível nas plataformas.
Porém, a renda deixa de apresentar a regularidade típica de um salário fixo.
Essa é uma das principais contrapartidas da flexibilidade.
Quanto maior a autonomia, maior também pode ser a necessidade de lidar com períodos imprevisíveis.
US$ 100 por hora não significa US$ 208 mil anuais garantidos
Uma conta simples ajuda a evitar uma interpretação enganosa.
Se alguém recebesse US$ 100 por hora durante 40 horas semanais e 52 semanas consecutivas, a renda bruta teórica chegaria a US$ 208 mil por ano.
Porém, esse cenário não descreve o que Zohourian afirma viver.
Ele próprio relata pausas entre projetos e jornadas que variam de 20 a 40 horas por semana.
Portanto, multiplicar a taxa máxima por uma jornada anual integral produziria um número hipotético, não sua renda comprovada.
O Business Insider também não informa quanto ele recebeu no último ano.
Assim, a matéria pode afirmar US$ 100 por hora em projetos especializados, mas não deve transformar essa taxa em salário anual sem dados adicionais.
Flexibilidade permitiu que ele começasse dois negócios paralelos
A mudança profissional trouxe outro efeito.
Zohourian começou a usar os períodos entre projetos para construir seus próprios negócios.
Atualmente, administra uma consultoria de IA voltada a pequenas empresas.
A proposta consiste em ajudar companhias menores a utilizar inteligência artificial para aumentar eficiência.
Além disso, criou a Annotation Academy, uma plataforma online destinada a ensinar outras pessoas a trabalhar com avaliação e treinamento de IA.
Assim, uma atividade que começou como fonte temporária de renda deu origem a duas novas frentes profissionais.
Primeiro cliente da consultoria apareceu em uma festa
A captação inicial não veio por uma grande campanha de marketing.
Zohourian conta que conheceu alguém em uma festa no ano passado.
O contato posteriormente virou seu primeiro cliente de consultoria, uma empresa de preparação de refeições.
Essa experiência validou outra hipótese.
Ele percebeu que pequenas empresas também querem utilizar IA, mas nem sempre sabem como implementar as ferramentas.
Assim, seu conhecimento passou a ter duas aplicações.
De um lado, ajuda empresas de IA a avaliar modelos.
Do outro, ajuda negócios tradicionais a usar esses mesmos sistemas.
Annotation Academy conseguiu primeiro cliente pagante no dia do lançamento
A segunda frente veio com educação.
Zohourian lançou a Annotation Academy para ensinar pessoas interessadas em entrar no mercado de avaliação de IA.
Segundo ele, a plataforma conseguiu seu primeiro cliente pagante no próprio dia do lançamento, em junho.
A fonte não informa faturamento da plataforma.
Também não revela quantidade total de alunos.
Portanto, não seria correto estimar o tamanho financeiro do negócio.
O fato comprovado é mais específico: houve uma primeira venda no lançamento.
Negócios são lucrativos, mas ele não retira salário deles
Mesmo com as novas empresas, Zohourian afirma não utilizar esses negócios para pagar suas despesas pessoais atualmente.
Segundo ele, as empresas são lucrativas, mas não retira salário delas.
Em vez disso, reinveste o dinheiro na expansão.
Sua renda para viver continua vindo principalmente do trabalho de avaliação de inteligência artificial.
Essa decisão cria uma espécie de subsídio interno.
Os projetos de IA pagam suas despesas.
Enquanto isso, os lucros dos negócios permanecem disponíveis para crescimento.
Assim, ele consegue desenvolver as empresas sem depender imediatamente delas para sustentar a família.
Trabalho remoto permite levar e buscar o filho
A flexibilidade também alterou a rotina familiar.
Zohourian diz trabalhar bastante, frequentemente desde cedo pela manhã até tarde da noite.
Ainda assim, como consegue organizar a própria agenda, mantém espaço para atividades com o filho.
Ele pode levá-lo e buscá-lo, além de acompanhá-lo em aulas e compromissos.
Para Zohourian, essa autonomia representa uma vantagem que dificilmente teria em um emprego tradicional de tempo integral.
Portanto, a mudança não reduziu necessariamente a quantidade de trabalho.
Ela alterou principalmente quando e como esse trabalho acontece.
Reserva financeira ajudou a atravessar os primeiros meses instáveis
Há outro elemento que ele próprio considera importante para explicar a trajetória.
Quando começou, Zohourian possuía algumas economias e não enfrentava pressão financeira extrema.
Isso permitiu permanecer no trabalho mesmo quando as tarefas chegavam de maneira irregular.
Uma pessoa sem reserva talvez não conseguisse suportar os mesmos períodos de baixa atividade.
Portanto, a história não deve ser apresentada como uma fórmula simples:
começar com US$ 15 → esperar → chegar automaticamente a US$ 100.
Houve disponibilidade financeira, experiência profissional anterior, avaliações aprovadas, histórico de qualidade e crescimento do mercado.
Todos esses elementos contribuíram.
Um cenário semelhante aparece em outras mudanças de carreira. Uma ex-funcionária da Apple, por exemplo, trabalhou até 14 horas por dia durante oito meses enquanto construía a própria startup e só pediu demissão quando considerou que havia reduzido suficientemente o risco.
Nos dois casos, a transição aconteceu em etapas, e não por um salto instantâneo.
Experiência profissional tradicional voltou a ter valor dentro da IA
Talvez esse seja o aspecto mais interessante da história.
Durante a busca por emprego, 15 anos de experiência em vendas não foram suficientes para garantir uma contratação.
Depois, dentro do mercado de avaliação de IA, essa mesma experiência se tornou justamente o ativo que permitiu a Zohourian acessar os projetos de maior remuneração.
Isso aconteceu porque empresas passaram a precisar de especialistas de domínio.
Um modelo pode gerar uma resposta aparentemente convincente.
Entretanto, alguém precisa avaliar se aquela resposta faria sentido em uma situação real de vendas.
É aí que entram profissionais com experiência prática.
Portanto, a ascensão da IA pode criar um efeito paradoxal.
A tecnologia automatiza determinadas tarefas.
Ao mesmo tempo, aumenta a demanda por pessoas capazes de julgar se a própria IA está certa.
Especialistas de domínio ganham espaço à medida que modelos ficam mais avançados
Zohourian afirma perceber atualmente uma demanda elevada por pessoas que entregam trabalho de qualidade e possuem expertise específica.
Essa combinação pode ganhar importância conforme modelos assumem tarefas mais complexas.
Em vez de apenas classificar respostas genéricas, avaliadores começam a enfrentar situações que exigem conhecimento profissional.
Isso também significa que pessoas de diferentes carreiras podem encontrar novas formas de utilizar habilidades antigas.
Um gerente de vendas pode avaliar negociações.
Um contador pode revisar raciocínios financeiros.
Um engenheiro pode avaliar problemas técnicos.
Entretanto, a fonte relata especificamente a experiência de Zohourian.
Ela não permite concluir que qualquer especialista conseguirá projetos de US$ 100 por hora.
Mercado de trabalho paralelo também aparece em outras histórias recentes
A trajetória de Zohourian se conecta a um movimento mais amplo de profissionais que constroem fontes alternativas de renda antes ou depois de perder empregos tradicionais.
Em outro caso recente, Kayli Robles perdeu o emprego aos 26 anos, gastou apenas US$ 22 para iniciar um negócio de contabilidade e chegou a uma operação que fatura cerca de US$ 2.800 por mês.
Entretanto, as duas histórias seguem caminhos diferentes.
Robles estruturou uma atividade de prestação de serviços diretamente para seus clientes.
Já Zohourian entrou primeiro em plataformas de trabalho contratual e, posteriormente, utilizou essa renda para financiar os próprios negócios.
Assim, a inteligência artificial funcionou inicialmente como mercado de trabalho e só depois como base para empreendedorismo.
Carreira mudou justamente quando ele acreditava que continuaria em vendas
Zohourian conta que, depois de 15 anos trabalhando com vendas, estava profundamente ligado à área.
A expectativa natural seria continuar crescendo dentro daquela carreira.
Entretanto, segundo ele, nunca encontrou em vendas uma velocidade de progressão semelhante à que encontrou no treinamento de IA.
Essa percepção é pessoal.
Não significa que IA pague mais que vendas de forma geral.
Entretanto, mostra como o mercado emergente criou uma oportunidade específica para alguém que combinava histórico de avaliação nas plataformas + conhecimento comercial especializado.
Foi essa interseção que permitiu o salto.
De US$ 15 para US$ 100 por hora: a progressão não aconteceu em linha reta
A evolução pode ser resumida pelos valores que Zohourian relata.
Ele começou em US$ 15/hora.
Depois de aproximadamente três meses, apareceu um projeto de US$ 30/hora.
Com novas avaliações aprovadas, chegou a US$ 35.
Mais tarde, trabalhou em projetos de US$ 45 e US$ 70.
Finalmente, com tarefas especializadas em gestão de vendas, passou a receber US$ 100 por hora em determinados projetos.
Porém, o próprio trabalhador faz uma ressalva.
Não existe um piso crescente.
Um projeto futuro pode pagar menos.
A taxa depende do cliente, do trabalho disponível e da especialização necessária.
Assim, a progressão descreve sua trajetória, não uma tabela salarial do setor.
A inteligência artificial virou a carreira que ele não estava procurando
Em 2023, Zohourian chegou ao Canadá imaginando que continuaria trabalhando em empreendedorismo e vendas.
Depois de dez meses sem conseguir contratação, abriu um anúncio no LinkedIn que oferecia US$ 15 por hora.
Ele começou sem experiência em treinamento de IA.
Primeiro, realizou tarefas simples.
Depois, passou em avaliações.
Em seguida, começou a trabalhar para várias empresas.
Quando projetos especializados em vendas apareceram, seus 15 anos de carreira anterior finalmente passaram a determinar sua remuneração.
Hoje, ele relata receber US$ 100 por hora em projetos especializados há cerca de dez meses, trabalhar normalmente 20 a 40 horas semanais, administrar uma consultoria e manter uma plataforma educacional.
Entretanto, a história também mostra as limitações desse novo mercado.
Não existe garantia de projeto contínuo.
As taxas oscilam.
Algumas atividades param durante semanas.
Além disso, Zohourian tinha economias que permitiram atravessar o começo instável.
Por isso, o ponto mais extraordinário da trajetória não é simplesmente a multiplicação de US$ 15 para US$ 100 por hora.
É o fato de que a experiência profissional que não conseguiu abrir uma porta durante dez meses de entrevistas acabou se tornando justamente o diferencial que o colocou nos projetos mais bem pagos de inteligência artificial.
Você trocaria um emprego convencional por projetos de IA que podem pagar US$ 100 por hora, mesmo sabendo que a quantidade de trabalho pode variar de uma semana para outra?
Fonte
Business Insider
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Roberta Souza.

